Menonitas no Brasil

Mennoniten in Brasilien

   Nachrichten                                  Notícias 

     Berichte                                     Relatos 

26/12/2020

 

0 Unsere Vorfahren.jpg

Contato: 

menonitasnobrasil@gmail.com

whatsapp: (43) 99990 1023

Editor: Udo Siemens

Nova edição: sábados, às 13hs 

 Wir erleben warme Weihnachten, mit lüftiger Kleidung, spätestens bis Neujahr sind die meisten am Strand. Bei uns rieseln leise die Schweißtropfen während wir den Weihnachtsbraten beim Familientreffen erleben.

    Von den Eltern hörte ich oft Weihnachtserinnerungen aus der russischen Heimat der Eltern, wo der Schnee in Sibirien bis ans Dach der Häuser ging und draußen die Wölfe heulten.

     Welche Erinnerungen werden unsere Kinder und Enkel ihren Kindern erzählen? Was wird sich in den kommenden Jahrzehnten ändern? Wahrscheinlich weniger die Geographie, aber viel mehr die zwischenmenschlichen Beziehungen. Wird sich dabei auch der Glaube ändern?

 

Comunicamos o falecimento

1. da Sra. Maria Luiza Wiens, Witmarsum, às 22h20 no dia 28/12/2020 em um Hospital de Curitiba aos 65 anos de idade.

Maria Luiza Wiens deixa as seguintes pessoas:

Seu filho Ewald Wiens c/c Heidi Wiens.

Deixa ainda 2 netos e demais familiares e amigos.

2. do Sr. David Ens, Curitiba, 29/12, cuja segunda esposa foi a Sra. Lili Gossen Heinrichs.

3. Greta Rempel, Curitiba, 81 Jahre, am 12.01.

4. Pr. Helmuth Matschulat, Curitiba, 92 Jahre, im Lar Betesda, 30.01.21

5. Henrique Janzen, comunicado no face de sua irmã Rosvieta Janzen Hamm

 

 
Maria Luiza Wiens 1.jpg

31 meditações bíblicas foram escritas por missionárias que vivem
ou atuaram nos mais diversos contextos, como Oriente Médio,
África, Europa, América do Norte e diferentes regiões do Brasil.
Mulheres que entendem as particularidades da vida ministerial,
e que compartilham um pouquinho da sua história para te
encorajar a prosseguir.

Algumas autoras: Ana Loewen - Alemanha; Juliana Negri - África do Sul; Patrícia Peters - Canadá e Oriente Médio, entre outras.

Para ler online ou baixar:   AQUI

CONTATO: defemulheres20@gmail.com

 
0 Mulheres de Fé.jpg

Christine Dyck, Curitiba

acaba de publicar seu segundo romance.

Abaixo uma entrevista com a autora

0 Tine 3.jpg
0 Tine 1.jpeg

Menonitasnobrasil: Seria possível você nos passar algumas informações sobre sua caminhada? Como você se tornou romancista?

Christine Dyck: Então, eu sempre fui uma devoradora de livros. Na infância eu não era popular, sempre fui tímida e quieta, quase invisível. Então eu lia. Nós livros encontrei um mundo paralelo. Ficava horas lendo. Na escola sempre gostei de português, de escrever resumos ou produções de texto. Nem conseguia me manter nas linhas indicadas. No ensino médio, quando eu fazia magistério,  a minha professora me disse que eu tinha um mundo interior com muita fantasia e imaginação e que eu deveria ser escritora. No entanto, era algo impossível na época. Me tornei professora,  com habilidades no artesanato e com muita imaginação para histórias.  Na faculdade fiz Letras e adivinhem a matéria que eu mais gostava? Sim, literatura e sociologia.

Um tempo atrás eu procurava na biblioteca da escola um livro com personagens específicos e não encontrei.  Então  escrevi e ilustrei. Foi muito bom. Repeti a experiência e escrevi várias fábulas.  Me animei para escrever um romance.  Timidamente escrevi o meu primeiro livro com o coração, entretanto sem técnicas.  Lancei, foi com certeza uma grande experiência.  Mas eu tinha que melhorar, encontrar uma editora que me guiasse para obter o resultado esperado.

Converso muito com a minha mãe,  ela me conta histórias,  sem nomes, sem identidades, de pessoas. Eu me inspirei em uma das histórias e escrevi "Querida Anastássia". Um livro escrito em seis meses, um tempo curto, um livro querido. Agora eu precisava mostrar ao mundo. Procurei editoras,  enviei o manuscrito,  recebi bons feedbacks e escolhi uma editora, que trabalhou comigo em cima do romance por vários meses, etapa por etapa. E o livro nasceu. Com muita alegria e satisfação.

Menonitasnobrasil: Por que você situou o seu livro na Rússia?

Christine Dyck: Porque a história que foi contada a mim pela mãe,  se passou na Rússia e minha descendência menonita tem muita Rússia em sua história.

Menonitasnobrasil: O livro então inclui experiências e vivências de seus ancestrais?

Christine Dyck: Inspiração, sim, no entanto com uma estrutura fictícia.

Menonitasnobrasil: É então uma história até certo ponto "menonita"?

Christine Dyck: Por que não? É uma história de superação e força através do amor,  persistência e fidelidade aos valores cristãos.  Os menonitas são assim, determinados e do bem.

Menonitasnobrasil:  Você tem um público específico em mente? A quem este livro se dirige?

Christine Dyck: O romance não é uma história cristã mas uma história de vida, ele mostra como uma tragédia se tornou um ponto de partida para superação. É um livro para jovens adultos e adultos.  Este livro se dirige a leitores que apreciam sagas, histórias de vida, fictícias, sim, mas dentro de uma realidade, e fiel a um contexto histórico. Eu gostaria que meus leitores levassem a mensagem de que o bem vence o mal.

Menonitasnobrasil: Tragédias que você soube através de narrativas de sua mãe?

Christine Dyck: Sim. Narrativas da minha mãe linda e doce.

Menonitasnobrasil: Terei prazer em divulgar seu romance. Você vai continuar escrevendo?

Christine Dyck: O terceiro livro está pronto. Também inspirado em histórias de vida. Se chamará: O marido que eu escolhi. Meu desejo foi escrever uma história linda, como se isto pudesse trazer paz.

Menonitasnobrasil:onde é

possível adquirir seu livro?

Christine Dyck: No site da

Editora Giostri.

Menonitasnobrasil:

Muito obrigado

Vide Book Trailer

0 Tine 2.jpg

In eigener Sache

 Die letzte Ausgabe

              

dieses Jahres liegt nun vor.

    Ich freue mich, zwei Werke von brasilianischen Mennoniten vorzustellen, das erste ist ein Andachtsbuch von mennonitischen Missionarinnen, das zweite, von Christine Dyck, die ihr zweites Buch als Romanschreiberin vorstellt.

     Anschließend folgt die Neuauflage der in diesem Jahr veröffentlichen Berichte über Gründerfamilien brasilianischer Mennoniten. Meinen Dank für die Mühe der Nachfahren dieser Familien, die netterweise das notwendige Material dazu bereit gestellt haben.

     Sicherlich gibt es weitere Familienfotos. Manchmal bekomme ich Fotos aber keine erklärenden Informationen. Es geschieht aber auch, dass man mir Geschichten schickt ohne passende Familienfotos. 

     Wo gibt es weitere Fundgruben? Ich würde sie gerne ausgraben, denn im Februar gedenke ich diese Arbeit, so Gott es will, weiterzuführen.

  Euer Udo Siemens

 
 
1 Jakob und Lena Töws.jpeg

Familie Jakob Töws

Jakob und Lena Töws hatten 8 Kinder. Die Zahlen vor dem Namen deuten auf die Reihenfolge der Geburt, also von (1)Johann, der älteste bis (8) Rudy, der achte und letzte. Vor den Kindernamen steht ebenfalls eine Nummer, z.B. „(1T)Lili Marlene“, das heisst, sie ist T = die Tochter von (1) Johann. (2M)Arthur Krüger bedeutet Arthur ist der Mann von Susana, die zweitgeborene in der Familie Töws

Hinterste Reihe:

(4)Peter, (1)Johann, (8)Rudy, (1S)João Guilherme, (6)Olga Tows Wallmann, (6M) Germano Wallmann mit Sohn, (3)Lena Tows Unruh, (5)Werner

Mittlere Reihe:

(4e) Elisabeth Peters Tows mit Baby Marlyn, (1e)Elisabet Pankratz Tows, (1S)Dietmar,

Die Ahnen Jakob Töws mit Frau Lena

(7)David, (5F)Erika Sohn Tows mit Mario, (2)Susana Tows Krüger mit Sohn Albert Krüger, (2M)Arthur Krüger mit Sohn Arnold Krüger.

Vordere Reihe:

(3S)Henrique Unruh, (3f)Walter Unruh, (2T)Karin Krüger, (2T)Elisabeth Krüger, (1T)Lili Marlene, (4T)Vivian, (3f)Huldi Unruh. Vorne sitzend (3S)Hardy Unruh

    Jakob Töws (MBG-Boq), ein schlichter und leiser Mann, trotz großer Fähigkeiten und Verdiensten in der mennonitischen Gemeinschaft in Boqueirão, Ctba. Er baute Häuser aus Holz und Stein, er ist der Baumeister des früheren Gemeinschaftssaales (1955), der auf dem Hof der Erasto Gaertner Schule stand, ein schwieriges Unterfangen, denn der immense Bau wurde nur von den Seitenpfeilern gestützt. Er war ebenso am Bau der ersten Kirche (1946-48) beteiligt, die noch heute zu sehen ist.

    Er ist 1908 in Russland geboren. Er kam mit Frau Lena nach Brasilien, mit dem ersten Sohn schwanger, zuerst zum Krauel, später dann nach Curitiba.

   Er, der leblangs das Kranksein nicht kennengelernt hat, starb 71jährig an den Folgen der Entzündung eines verrosteten Stacheldrahtzaunes.

   Geschichte beginnt erst da, wo sie aufgezeichnet wird, wenn jemand sie aufschreibt und versucht sie zu deuten. Was geschehen ist, egal wie bedeutsam es gewesen sein mag, fällt ins Meer der Vergessenheit, verrinnt wie der Sand am Meer, außer jemand zeichnet es auf, pickt besondere Merkmale heraus, macht Vergangenes sichtbar und hält diese Einsichten schriftlich fest.

2 Familie Peter Wieler.jpeg

 

Familie Peter Wieler

Hintere Reihe:

(3)Peter Wieler; (6)Franz Peter  Wieler; (2) Maria (Marle); (4F) Elizabeth Spenst, (4) Jacob; (5)Katarina (Kähti); (7) João Geraldo, (1M)Johann Dück

Zwischen der letzten und ersten Reihe die Jungen, von links nach rechts (4S) Bruno; (1S)João Dück Filho (Hardi); (1S) Pedro Érico Dück

Vordere Reihe:

(3T) Ruth, (3F) Hildegard Badensia Pankratz mit (3S)Werner 

Die Ahnen Anna Siemens Wieler und Peter Wieler

  (1)Anna Wieler Dück mit (1S)Heinz Duck, (1T)Ellen Anemarie 

     Das Bild stammt aus dem Jahr 1957. Sechs Personen aus dem Bild sind noch unter uns.

     Nur der Mensch ist dazu fähig, einen Blick in die Vergangenheit zu werfen und dann feststellen, was aus ihr geworden ist. Tiere leben immer im Jetzt, wir aber können uns als Glied einer Kette erkennen. Das macht uns demütig, aber es ermöglicht uns auch Einsichten, die uns erlauben unser Hier und Heute um so bewusster nachzugehen. 

      Herr Peter Wieler hatte keine Milchwirtschaft. Ich erinnere mich daran, wie ich auf seinen Hof kam, ungefähr neunjährig, und es gab dort keine Kühe. Was macht dieser Mann? Wovon lebt seine Familie? Da zeigte man mir lange niedrige Scheunen, ohne Seitenwände. Was macht er da? Er stellt Ziegeln und Dachsteinen her.

     Diese Kunst hatte er schon in Russland ausgeübt. Hatte er sie eventuell von seinem Vater gelernt? Ich bekam keine Antwort darauf. Am Kraul öffnete er eine Ziegelei und dann in Curitiba. Ein mühseliges Unterfangen, denn um den geeigneten Ton zu finden, mussten seine Söhne oft sehr weit fahren.

     1947 sollte eine neue Kaserne gebaut werden, die in Boqueirão an der Marechal Floriano? - das wurde nicht aufgeschrieben. Auf jeden Fall wandten sich die Baumeister an Herrn Wieler mit einer außergewöhnlichen Bestellung, sie bestellten 100 tausend Ziegeln. Herr Wieler, ein sehr leiser Mann, vorsichtig und nachdenklich, konnte sich nicht so recht darüber erfreuen. Wie sollte er den ganzen Ton herbeischaffen und danach die fertigen Ziegeln zur Baustelle bringen?  Das sei kein Problem, meinte man. Man besorgte ihm einen besonderen Kredit für den Kauf eines Lastwagens, der sich ja durch die Riesenbestellung tilgen lassen könnte.

Wilhelm Janzen 5.jpeg
Wilhelm Janzen 4.jpeg
Wilhelm Janzen 3.jpeg

Oben rechts: links (1) Elisa (hat nicht geheiratet); rechts (2) Käthi (mit Kornelius Klassen)

Bild links, hintere Reihe:

von links nach rechts (3) Lydia (verheiratet mit Peter Ens); (4) Johann (mit Maria Isaak); (6) Victor (mit Gisela Epp), (5) Anna (mit Peter Pauls) 

Vordere Reihe:

Die Ahnen Agnes und Wilhelm Janzen

  zwischen ihnen (7) Ernesto

       

Familie Wilhelm Janzen 

    

     Diese Familie hat die Anfänge der Mennoniten in Brasilien mitgemacht und mitgestaltet. Bei dieser Veröffentlichung durfte ich glücklicherweise mit der Hilfe einer Enkelin, Ingried Janzen Huebert, Aceguá, rechnen. Sie erzählt:

   "Mein Großvater Wilhelm Janzen wurde 1898 in Rosengart, Südrussland geboren. Dort besuchte er die Dorfschule. 1913 siedelten seine Eltern nach Sibirien um. Sie kauften im Omskerkreis eine Wirtschaft. Er begann noch mal die Schule, aber wegen der Wirtschaftskrise gab er es auf und half zu Hause mit.

    Er hat ein Jahr in der Kaiserzeit Forstarbeit geleistet. Als der Bürgerkrieg kam, wurde er auf ein Jahr und drei Monate in die Weiße Armee eingezogen. In einem von ihm hinterlassenen Text erzählt er, dass von 5 einberufenen Jünglingen, zwei nicht zurückgekehrt sind. Er berichtet: "Ich hatte das Vorrecht als 12jähriger Knabe im Elternhause den Heiland als meinen Erlöser anzunehmen. In der Dienstzeit fing der Herr ein Neues mit mir an und ich durfte bald darauf, als das erste Tauffest stattfand, mit vielen Dienstkameraden, im Ganzen 28 an der Zahl, dem Herrn Jesus in der Taufe folgen. Damit wurde ich in der M.B.Gemeinde aufgenommen. Im Jahre 1921 feierten wir, ich mit Marichen Epp, unsere grüne Hochzeit. Unser Eheleben war von kurzer Dauer. Schon im Jahre 1927 nahm der Herr meine Frau nach längerem Leiden von meiner Seite. Nach einer schweren und einsamen Zeit, schenkte der Herr mir dann die zweite Frau, Agnes Regier (1928)."

   Schon in Russland war er auf geistlicher Ebene tätig als Sonntagsschullehrer, Jugendleitergehilfe und dann auch als Prediger.

   Darüber schreibt er: "Ältester J. Huebert als Nachbar besuchte mich oft und gab mir Unterweisungen und Ratschläge für die Vorbereitung zu einer Predigt mit der Bemerkung, den Geiste Gottes walten zu lassen. Predigerkurse konnten zu der Zeit schon nicht mehr durchgeführt werden." 

   Sie verbrachten die ersten Jahren in Brasilien am Krauel. 1939 zogen sie nach Curitiba, wo sie eine Milchwirtschaft gründeten. Er wurde in der Gemeinde in Boqueirão als Prediger eingesegnet. Ist dieser Akt als eine Bestätigung seines Predigtdienstes zu verstehen? Das lässt sich heute nicht mehr klären.

    1952 zogen sie nach Colônia Nova, wo zur Milchwirtschaft die Landwirtschaft hinzukam.

   Leider sind meine Erinnerungen über ihn verblast. Ich weiß aber, dass ich gern in das Haus meiner Großeltern ging. Sie waren zu uns Enkeln sehr liebevoll. Großvater war sehr ruhig, Großmutter 

war etwas hektischer, es ging ihr nie schnell genug. Eine Tante erinnert sich eines typischen Wortes bei ihnen zu Hause: „Schnell beten, essen“, um gleich wieder an die Arbeit zu kommen.

   Großvater war hier in Colônia Nova immer mit Gemeindefragen und –arbeit beschäftigt, wo er als Prediger und Gemeindeleiter (1958-1960) diente. Großmutter und Kinder mussten Haus, Hof und Milchwirtschaft bestellen.

    1960 zogen sie nach Curitiba, Vila Guaíra, wo er wieder als Prediger tätig war. Von dieser Zeit gibt es das Zeugnis einer Enkelin, Bruna Janzen, die in ihrer Nähe wohnte. Sie berichtet: "Oma ging es gesundheitlich nicht gut. Opa kochte, putzte, machte die Einkäufe. Sie hatten auch viele Blumen und Pflanzen, alles sehr sauber und ordentlich. Hinter dem Haus hatte Opa einen Gemüsegarten. Da gab es Süßkartoffeln, Brombeeren - ach wie schmeckten die gut! - und wenn die Ernte gut war, kochten sie Mus."

     Das ging solange, "bis die Tage herankamen, von denen man sagen kann, sie gefallen mir nicht" (seine Worte).

    Die letzten Jahre ihres Lebens verbrachten sie in Lar Betesda, Curitiba. Oma war oft krank und wurde liebevoll von ihrem Mann gepflegt. Er starb dort im Alter von 90 Jahren starb.

    Großmutter zog dann zu ihrer Tochter Lydia, in Cuiabá, MT, wo sie im Alter von 97 Jahren heimging.

z4 Familia Hamm 2b.jpeg

Familie Peter Hamm

Erste Reihevon links nach rechts 1. Reihe: (3S)Geraldo, (4S)Harri Klassen, (3S)Rodolfo, (3S)Pedro, (1T)Alice Friesen, (1S)Helmut Friesen, (4S)Harri, (1T)Ingrid Klassen, (3T)Hildi, (5T)Elfriede; 

2. Reihe von links: (6F)Frida Hamm mit (6S)João Herbert, (4)Aganeta mit (4T)Katarina;

Die Ahnen Susana Hamm mit Enkelin (4T)Suzana Klassen

und Peter Hamm mit Enkel (4S)Roberto

Missionarin Ana aus Paraguay, (3F)Elza mit (3T)Maria, (5)Anna H. Klassen mit (5S)Voldemar Klassen (Pelé), (5T)Huldi Klassen, stehend (2)Käthi Hamm;

3.Reihe: (6)João mit Pedro Fritbert, (4M)Hans Klassen, (1)Suzana H. Friesen, (1M)Bernardo Friesen mit (1S)Victor, (7)Martha Hamm, (3)Pedro Hamm Filho, (5M)João Klassen, (1T)Elvira Friesen,   

Letzte Reihe: (1T)Maria Friesen, (4T)Waldtraud Klassen, (4S)João Eurico Klassen, (3T)Helena, (5T)Anelise Klassen, (4T)Dorotéia Klassen, (4T)Edite Klassen, (1S)Pedro Friesen 

Es fehlt der jüngste Sohn (8)Henrique (Ney)

Prediger Peter Hamm

Auszüge aus dem Nachruf in Bibel und Pflug (20.12.78):

      Peter Hamm wurde in der Memriker Ansiedlung, Dorf Nordheim, Ukraine, am 26. November 1895 als zwölftes Kind geboren. Als noch Jüngling fuhr er mit seiner Schwester, die leidend war, zum Kurort im Kaukasus, wo sie freudig, dem Herrn ergeben, starb. Er war alleine da, um sie zu beerdigen. Ihr freudiges, friedevolles Abscheiden führte ihn zum lebendigen Glauben an seinen Heiland, und er wurde im Juni 1912 getauft und in der MB-Gemeinde aufgenommen.

      Früh verlor er seine Eltern, kurz nacheinander. In unserer Mutter Susanna fand er seine Lebensgefährtin, mit der er 1918 in den Ehestand trat. Es wurden ihnen 9 Kinder geboren, von denen eine Tochter im Kindesalter starb. Mit seinen Eltern verließ er 1929 Russland.

     Sie kamen am 23. Juli 1931 auf Stolz Plateau an. Es war sehr schwer, der Anfang im Urwald. Vaters Gesundheit und Kräfte waren nicht gut, so entschlossen sie sich, nach Curitiba zu ziehen. Die Reise mit dem Pferdewagen dauerte zehn Tage. Zuerst in Pilarzinho, dann 1936 in Boqueirão, wo sie eine Milchwirtschaft führten.

       Seine erste Predigt hielt er noch in Russland, im Jahre 1927. Er war ein Liebhaber der Musik und des Gesanges und leitete viele Jahre den Chor in Russland, in den Flüchtlingslagern und später in Brasilien. Von Prediger Gerhard Rosenfeld wurde er auf Stolz Plateau ordiniert.

      Mit Ältesten Jacob Hübert und Ältesten David Koop zusammen haben sie dann in den Anfangsjahren auch hier in Curitiba die Gemeinden gegründet und gebaut, wodurch sie sich eng verbunden fühlten. Er hat 45 Jahre als Prediger gedient, und als Ältester Jacob Hübert 1947 in den Ruhestand trat, hat er 10 Jahre die MBG geleitet. Er hatte keine theologische Ausbildung, aber der Herr hat ihm viel Gnade geschenkt und somit ist er vielen zum Segen geworden.

     Er hat auch viel zum Bau der Schulen und Kirchen beigetragen, auch bei der Gründung des Friedhofes und der ersten portugiesischen Missionskirche der MBG in Curitiba. Kein Bettler ging an seiner Tür vorbei, dem er nicht etwas gab. Er war beliebt bei jung und alt und auch bei den Brasilianern. Sie hätten noch ihre Diamantene Hochzeit feiern können, hätte der Herr nicht unsere liebe Mutter im Alter von 84 abgerufen.

     Kampf und Leid sind ihm nicht erspart geblieben. Am 29. August (78) wurden die Schmerzen groß. Er betete mit einigen Kindern; dankte Gott, dass er ihm immer geholfen hatte und bat ihn auch, ihm jetzt nahe zu sein. Gegen Morgen, den 30. August, nach einem kurzen Todeskampf, durfte er heimgehen. Seine letzten Worte waren: „Der Heiland kommt“.

      Er hinterließ 8 Kinder, 47 Enkeln und 10 Urenkel.

Gezeichnet von Susanna Hamm Friesen

 

 

 

Wie ich ihn sehe

    Ich kann mich noch an ihn erinnern, als er schon ein sehr alter und gebrechlicher Mann war. Ich sehe es noch, wie Pr. Jacob Dück ihn kurz vor dem Gottesdienst am Eingang der neuen Kirche fragte, ob er ein Einleitungsgebet sprechen könnte. Ich stand nebenbei und sah, wie er es ablehnte. Da erklärte mir Bruder Dück, dass er ihn damit nicht schon am Tag vorher beauftragen konnte, denn das würde ihn zu sehr aufregen und den Schlaf der Nacht rauben.

       Ich fragte seinen Enkel, João Herbert Hamm, ob er sich noch an den Opa erinnere. „Und ob“, meinte er. „Die ganze Familie hegt eine sehr liebevolle Erinnerung an ihn. Ich weiß noch, wie ich auf den ersten Bänken saß und den Predigten meines Großvaters zuhörte. Zu Weihnachten versammelte sich die ganze Familie bei ihm zu Hause. Jeder bekam ein Geschenk. Wir sangen alle und beteten zusammen.“

     Mein Vater und meine Mutter sprachen mit großem Respekt von ihm. Er leitete die Gemeinde in den Perioden von 1936-37; 1947-57; 1959-61. Der von der Familie verfasste Nachruf unterließ verständlicherweise die polemischen Aspekte seiner Biographie, besonders die Tatsache, dass nach seiner Wahl als Gemeindeleiter im Jahre 1959 eine Gruppe von 47 Personen, darunter viele Vorstandsmitglieder, die Gemeinde verließ und eine neue Gemeinde in Xaxim gründete.

      Warum geschah das? Wenn man in „Die russlanddeutschen Mennoniten in Brasilien“ von Peter P. Klassen nachliest (Band 2, St.154-160), dann erfährt man, dass eine Gruppe jüngerer eifriger Geschwister ein Bibelstudium bei Lehrer Hans Legiehn abgeschlossen hatte und nun eine strengere Gemeindezucht forderte, sei es wegen der Beigabe von Wasser bei der in der Stadt abgelieferten Milch oder die Verhaltensweisen von Jugendlichen, z.B. das Flirten.

      Eine Frau, die in jenen Jahren der Krise geheiratet hat, berichtet folgende Episode, die einen guten Einblick gibt: „Nach meiner Hochzeit mit einem Ungläubigen – mein Mann war damals noch nicht bekehrt – wurde ich deswegen von der Gemeinde ausgeschlossen. Neun Monate später kamen zwei Prediger zu Besuch und baten, dass ich doch zur Gemeinde zurückkehren sollte. Sie machten mir einen Vorschlag: „Komm vor die Versammlung und sag, dass es dir leid tut, einen ungläubigen Mann geheiratet zu haben.“ Darauf erwiderte ich: „Das stimmt aber nicht. Das kann ich nicht sagen.“ Ich sollte dann eben ohne diese Erklärung vor die Gemeinde kommen. Das tat ich, wurde aufgenommen und wenige Monate später bekehrte sich mein Mann und ließ sich taufen.“

       Diese Absolventen des Bibelstudiums forderten eben eine strengere Haltung als die, die von Peter Hamm durchgeführt wurde. Auf einer Gemeindestunde erklärte Peter Hamm seine Haltung: „Ich möchte nicht weniger Brüder und Schwestern haben als unser Erlöser“ (St. 159). Diese mildere Haltung seinerseits wurde von dieser Gruppe übel genommen und es kam zur Gemeindespaltung.

z4 Prediger Hamm 1a.jpeg
a Familie Prediger Franz Kroker b1b.jpeg

Familie Franz Kroeker

Erste Reihe, liegend: von links nach rechts (9)Hugo, (10)Henrique; 

2. Reihe von links, Kinder: (2T)Maria Luisa Gortz (Loewen), (3S)Francisco Gortz Neto, (4T)Judite Kröker (Pauls), (3T)Monica Gortz (Boschmann), (2T)Helga Gortz (Winter), (2T)Hannelore Gortz (Warkentin), (1T)Marlene Kröker (Winter)

3.Reihe, Erwachsene, sitzend: (5F)Erna Dück Kroeker, (4F)Selma Enns Kroeker mit (4T)Karin Kröker (Jahn), (1F)Lena Warkentin Kröker mit Friedbert Kröker,

Die Ahnen Susanna mit (6T)Rosemary Friesen 

und Prediger Franz Kroeker mit (2S)Heinz Bernhard Gortz,

(2)Maria Kroeker Gortz, (3)Elizabeth Kroeker Gortz mit (3T)Susy Gortz (Janzen), (6)Charlotte Kroeker Friesen

Letzte Reihe, stehend: (5)David mit (5S)Valdemar, (4)Franz Kröker Filho, (1)Hans, (7)Anni Kroeker Neufeldt, (8)Alfredo, (2M)Jacob Gortz, (3M)Francisco Gortz Filho, (6M)Helmuth Friesen, (2T)Gertrud Gortz (Hamm)

Foto aus dem Jahr 1931, in Deutschland

Von links: Fräulein Rehder, Holländerin, hat  Familie Kroeker in der Zeit in Deutschland viel Beistand geleistet; Susanna mit dem neugeborenen Franz und die Kinder von links: Maria, Elizabeth und Hans.

 

Para  Reler

Conteúdos de edições passadas

Inhalte vergangener Ausgaben

Aqui

Die vorige Ausgabe

a edição anterior

 
 

  Franz und Susanna Kroeker

     

    Franz Kroeker ist 1892 in Russland, in der Krim, geboren, Susanna kam 1902 auf die Welt. Als sie 1922 geheiratet haben, war sie erst 19 Jahre alt, er schon 30 und ordinierter Prediger der Mennonitengemeinde. Sie zogen auf zwei Jahre nach Sibirien, um als Prediger zu dienen. Selbstverständlich musste er nebenbei auch für ihren Unterhalt aufkommen. Als sich die Lage in Russland verschlechterte, beschlossen auch sie ins Ausland zu gehen. Prediger wurden damals besonders verfolgt.

    In Moskau lebten bis fünf Mennoniten-familien in einem Haus. Eines Tages hatte er eine Eingebung und teilte sie den anderen Hausgenossen mit: „In 21 Tagen werden wir ausreisen.“ Einer fragte: „Woher hast du das?“ Darauf antwortete Franz (nach Jes.55.12.) „Ihr werdet in Frieden ausziehen.“ „Das glaube ich nicht“, reagierte jener. Darauf Kroeker: „Ich habe es von oben.“ Dieser Hausgenosse verkündete: „Ich halte es hier nicht mehr aus. Verkauf mir dein Haus und Vieh! Wir gehen zurück.“ Das Geschäft fiel Franz nicht schwer. So bekam er zusätzliches Geld für die lange Zeit der Ungewissheit, die ihnen bevorstand.

    Als sie Russland verließen, hatten sie vier Kinder, das jüngste, der 10 Monate alte Franz, starb bald danach. In dem langen Aufenthalt in Deutschland wurde ihnen ein Junge geboren. Der erhielt wieder den Namen Franz.

    Erst 1931 kamen sie zum Krauel. Der Sohn Alfredo hat seinen Vater als ein sehr mutiger und entschiedener Mann in Erinnerung. Als die Naziwelle die Mennoniten am Krauel erfasste, stand eines Tages einer dieser Anhänger Hitlers auf und schlug vor, zu Beginn des Gottesdienstes nicht mehr ein Gebet zu sprechen, sondern es durch ein „Heil, Hitler!“ zu ersetzen. Das erboste den Prediger Franz, dass er sich auf Lautem dagegen empörte. Er war ein unerschrockener Streiter für die Wahrheit. Seitdem waren manche Mennoniten, besonders in führenden Kreisen, ihm nicht mehr gut gesonnen. Es kam soweit, dass er in der lokalen Kooperative weder kaufen noch verkaufen durfte.

    1939 zog die Familie Kroeker nach Curitiba. Er liebte die Wahrheit und war immer bereit, dafür den Preis zu zahlen. Alfredo erinnert sich daran, dass er in der Schule von einem Lehrer besonders hart bestraft wurde, gerade weil dieser Wut auf seinen Vater hatte. Prediger Franz Kroeker hatte diesen Lehrer in einem sündigen Verhalten entlarvt.

    Sie gehörten jetzt der Brüdergemeinde an. Als Spannungen entstanden, besonders mit anderen Predigern, beschloß er, als Reaktion auf eine freundliche Annäherung von Ältesten David Koop, zur Mennonitengemeinde überzugehen. Bald durfte er dort aber auch nicht mehr seinem größten Verlangen nachgehen, nämlich dem Dienst auf der Kanzel.

    Nach seinem Tod 1959 wechselte seine Frau Susanna in die MBG-Xaxim. Sie erklärte, dass sie damit dem Wunsch ihres verstorbenen Mannes folgte.

    Die Enkelin Helga Winter erinnert sich daran, dass die Großeltern die verheirateten Kinder regelmäßig besuchten, „ich glaube, einmal pro Woche. Sie kamen mit dem Pferdewagen. Ich erinnere mich, dass ich dann immer mitfahren wollte. Wenn meine Eltern es erlaubten, dann nahm mich Opa auf den Schoß und erzählte mir Geschichten aus der Bibel. Einen Satz, den ich von ihm behalten habe: ‚Mein Haus ist nicht mein Gott‘. Ich war noch Kind, aber der Satz blieb mir sitzen.

    An Oma kann ich mich besser erinnern, denn sie blieb länger unter uns. Sie strickte und häckelte gern. Die Puppen unserer Tochter bekamen neue Kleider immer wenn Oma merkte, dass dieses notwendig war. Sie wurde in der Familie auch dafür berühmt, dass sie uns warme Schuhe strickte. Alle bekamen zum Geburtstag diese Schuhe – und die Familie war groß, denn es gab viele Enkel und Urenkel.

    Es geschah auch ein sehr trauriges Ereignis in der Familie, als zwei ihrer Söhne und zwei Schwiegertöchter bei einem Autounfall im Süden Brasiliens ums Leben kamen. Das traf sie sehr, aber sie tröstete sich damit, das Gott keine Fehler macht.“

    Die Enkeltochter Marlene Winter erinnert sich daran, dass „Oma sehr gut kochte und wunderbar backen konnte. Oma und Opa bekamen immer viel Besuch und machten auch viele Besuche. Sie sangen gerne zusammen. Opa schrieb auch Gedichte.“

    Ich fragte seinen Sohn Alfredo, warum es so lange gedauert hat, bis er und eine Reihe seiner Geschwister zum Glauben fanden. „Weißt du, Udo, es kam mal ein Missionar aus dem Norden zur Brüdergemeinde in Curitiba. Er hieß Seibel. Der kam ins Haus und wollte ohne Taktgefühl uns zur Bekehrung zwingen. Dagegen haben wir uns aufgelehnt.“ Ich erwiderte Alfredo, dass mir diese Erklärung ungenügend vorkam. Da fiel ihm folgendes ein:„Ich erinnere mich“, erzählte er weiter, „dass auch meine Mutter diese Frage dem Vater mal vorlegte: ‚Warum dauert es so lange, bis unsere Kinder zum Glauben kommen?‘ Der Vater antwortete kurz: ‚Alles hat seine Zeit!‘“

   Tochter Charlotte Friesen, Kanada, schickte folgenden Beitrag:  „Unser Vater hat es immer sehr gut gemeint, aber er war sehr streng mit uns, denn wir waren doch Predigerskinder.

   Einmal pro Monat fuhr er zum Stadtteil Portão um einzukaufen. Was er alles kaufte, habe ich schon vergessen, aber an die große Öldose und den Sack Mehl kann ich mich noch erinnern. Nur eines der Kinder durfte mitfahren, er brauchte viel Platz auf dem Pferdewagen für die Einkäufe. Wer mitfuhr, bekam dann im Geschäft einen bis heute unvergesslichen Genuss, ein Glas Capilé, künstlich gesüßter Sirup.

   Nachdem das Heu gemäht war, diente das Feld als Fussballplatz. Ich liebte es, mit meinen Brüdern Fussball zu spielen.

   Meine Schwester Anni und ich mussten abwechselnd unseren schon verheirateten Schwestern beim Kinderhüten helfen.

   Vater brachte oft Besuch mit nach Hause. Anni und ich mussten dann beim Bedienen helfen. Bei einer Gelegenheit bat der Vater, dass ich dem Besuch die Hand reichen sollte. Ungeschickterweise reichte ich ihm die linke Hand. Er ignorierte mich. Schnell kam der Vater herbei und bat mich, ihm die rechte Hand zu reichen. Ich war wohl ungefähr 12 Jahre alt.

   Wenn Vater jemanden besuchte, wollte er immer eine Kleinigkeit, vielleicht ein Paar Kekse mitnehmen.  Unsere Familie war groß und die Mittel waren knapp, aber Mutter fand immer etwas, das Vater einem Kranken bringen konnte. Wenn der Besuch einer Witwe oder allein stehenden Frau galt, dann musste Mutter ihn begleiten.

   Unsere Mutter war eine sehr tapfere Frau. Oft musste sie neben der Mittagessen für die Familie noch eine besondere Speise für Vater vorbereiten, da er Probleme mit seinem Verdauungssystem hatte. Er vertrug zum Beispiel kein frisches Brot, auch nichts Gebratenes.

   Noch etwas Lustiges zum Abschluss: Die Enkelinnen Trudi (Gertrudes Hamm) und Luxa (Maria Luiza Loewen) besuchten eines Tages die Großeltern. Sie waren noch Kinder. Als Mutter bei einer Gelegenheit auf eine Leiter steigen wollte und dabei schien Angst zu haben von der Leiter zu fallen, breitete die kleine Luxa ihr Kleidchen aus und ermutigte die Großmutter: 'Kannst ruhig aufsteigen, Oma. Wenn du fällst, dann werde ich dich hier auffangen!'“

    Der Sohn Hugo hat folgende Erinnerungen mitgeteilt: "Unsere Eltern sind uns Kindern und Enkeln in liebevoller Erinnerung geblieben. Vater war Prediger und widmete sich der Familie und der Herde. Sonntags, wenn er im Gottesdienst predigte, saßen wir drei Jüngsten auf der Bank neben der Kanzel, während er predigte.

   Als Familie halfen wir in der Milchwirtschaft mit beim Melken, die Kühe füttern und hüten. Im Zimmer der Eltern gab es einen Kamin. In Winterabenden versammelten wir uns dort. Mutter saß neben dem Kamin, legte Holz nach, stopfte Strümpfe und ordnete unsere Kleider. Vater lag schon im Bett, wir drei Buben neben ihm, da erzählte er uns Geschichten aus der Bibel mit solcher Begeisterung, dass ich es nie vergessen habe. Neben der Bibel erinnere mich auch an die Mennonitische Rundschau, der Bote und Das Beste.

   In den letzten Jahren schrieb er seine Lebensgeschichte in Reimform, wo er Episoden seiner Jugendzeit bis seine letzten Jahre darstellte. Das wurde ein wahres Kunstwerk. Er war darin wirklich von Gott begnadet. Sein Lieblingslied, das er oft mit Mutter sang, war: 'Die Zeit ist kurz, oh Mensch sei weise!'“

Nachbemerkungen:

  1. Am Krauel war Prediger Franz Kroeker Sekretär des KfK, das Komitee, das für gemeindliche Fragen verantwortlich war. In der Ausführung dieser Aufgabe geriet er in Konflikt mit der Siedlungsleitung. Der Konflikt wird in P.P.Klassen, Band I, St.222-225 ausführlich geschildert.

  2. Ich stieß auf einen 60seitigen Lebensbericht von Herrn Kroeker, den ich für diese Ausgabe nicht mehr einbeziehen konnte. Er nimmt darin bezug auf manche historischen Begebenheiten der Mennoniten in Brasilien. Vielleicht macht es sich möglich, später Auszüge daraus zu veröffentlichen.

Alfredo IIa.jpeg