top of page

Menonitas no Brasil

Mennoniten in Brasilien

   Nachrichten und Mennonitische Geschichte 

24.08.2026


Esta página em português.
Clique
aqui!

 

 

Contato: 

menonitasnobrasil@gmail.com

whatsapp: (43) 99990 1023

Editor: Udo Siemens

Nova edição: segundas, às 13 hs

WhatsApp Image 2026-08-22 at 19.43.52.jpeg


Winter auf dem Land:

Schlammige Wege, die Reifenspuren des Traktors, die Ente, in weiter Ferne das Pferd, die Kuh, die aufsteigenden Nebel
Was siehst du? Die Romantik oder die Mühe der dort Wohnenden?


Colônia Nova, RS - Ein Foto von Ana Friesen
 

 

Deutsche im Sonnenland

 Walter Quirings Reise 1932/33

in die eben gegründeten Kolonien

der Mennoniten in Paraguay und Brasilien

 



Hier
 

 

 

Einwanderung und Anfänge

der Mennoniten in Brasilien

Teil 19

    

    Heute lege ich zwei sehr interessante Texte aus Ausgaben der Mennonitischen Rundschau von Mai und Juni des Jahres 1936.​ Der erste Text behandelt das Heimweh der Eingewanderten nach ihrer verlorenen Heimat in Russland. Der zweite beleuchtet die Einwanderung in Brasilien einer Gruppe Deutscher aus Wolhynien, keine Mennoniten, aber zur gleichen Zeit wie unsere Väter. Da erkennen wir wie der Prozess bei ihnen ganz anders verlaufen ist. 

Heimat, ach Heimat, wie warst du so schön!

     Ich bin schon bald 15 Jahre in Amerika, aber das Heimweh nach dem schönen Süd-Russland ist in mir noch lange nicht ertötet. Zu stiller Nachtstunden höre ich im Geiste noch öfters die ukrainische Nachtigall im Fliederbusch schlagen. Oder ich sehe die im Mondenschein hell weiß schimmernden Ziegelzäune und Hofpfähle zu beiden Seiten der Dorfstraße in seligem Frieden dahinträumen. Und auf der Giebelspitze des Scheunendaches hebt sich die Silhouette eines Storchs scharf vom blauen Nachthimmel ab.

     Welch eine Ruhe, welch ein Gefühl absoluter Sicherheit lag damals über unseren Dörfern. Lang ist es her! Ich war beinahe dreißig Jahre alt, als ich nach Amerika kam. Ob je ein Mensch stärkeres Heimweh gehabt hat als ich? Amerikanische Flachheit und Zerfahrenheit in Schule, Kirche und Politik brachten mich schier zur Verzweiflung. Ich wollte zurück – nach Hause.

MR 1936-05-06

    In den Memoiren meines Vaters erklingt es ähnlich wie diesem Mennoniten in den USA: "Zu stiller Nachtstunden höre ich im Geiste noch öfters die ukrainische Nachtigall im Fliederbusch schlagen." Zu Ostern, wenn in Russland der Frühling begann, klingt es bei meinem Vater Jacob Siemens Jahr für Jahr nach wie schön es war, wenn die Zugvögel wieder erschienen. Oder wie arbeitsintensiv der Sommer war, dann die Massenschlachtung am Ende des Herbstes, beim ersten Schnee - sie hatten ja keinen Kühlschrank und dann der ruhige und stille Winter, wo man Zeit genug hatte bei Weihnachten drei Tage hintereinander zum Gottesdienst zu fahren, klar, wenn es nicht zu sehr schneite, denn manchmal waren Schneestürme so intensiv, dass man sich bei der Fahrt zur Kirche verloren hätte.

    Land und Klima wirkten so stark auf die Gemüte der Mennoniten, dass sie diese Erinnerungen bis zu ihrem Tod mittrugen. 

Von Wolhynien nach Brasilien.

 

     Eine größere Zahl von Russlanddeutschen aus Wolhynien hat auch im Jahre 1935 wieder in Brasilien eine neue Heimat gefunden. Die Besitzer großer Kaffeeplantagen im Staate São Paulo gewährten ihnen freie Überfahrt. Nach übergehender Arbeit in den Plantagen gehen die Russlanddeutschen an den Aufbau eigener geschlossener Siedlungen. Ein deutscher Reiseprediger besucht sie regelmäßig und hält ihnen Gottesdienste. Mit großer Treue halten sie an ihrem Glauben und ihrem Volkstum fest.

MR 1936-07-01

 

    Wolhynien lag/liegt zum grössten Teil in der heutigen Ukraine, angrenzend an Polen.Bis zum Ersten Weltkrieg lebten rund 250.000 Deutsche in etwa 300 Siedlungen in Wolhynien. Für kaum zwei Generationen wurde die Region um 1900 zu ihrer Heimat. Dann kamen aber die Wirren des 1. Weltkriegs und der Sowjetischen Revolution, dass viele auswanderten. Ähnlich wie unsere Väter hatten sie aber kein Geld, um die Überfahrt nach Brasilien zu bezahlen. Dieses Geld wurde von reichen Großgrundbesitzern in Espírito Santo und São Paulo vorgestreckt. Dafür mussten sie einige Jahre als Landarbeiter auf diesen Plantagen arbeiten. Danach versuchten sie, geschlossene Kolonien zu bilden. Das klappte aber nicht. Darum leben ihre Nachkommen heute überall zerstreut. Sie mussten sich also viel schneller in Brasilien integrieren. Im Vergleich zu den brasilianischen Mennoniten, war das besser oder schlechter?



Video: Die 35 schönsten Kirchenlieder unserer Kindheit 

Video: Este padre tornou-se pastor!

As Bases Satânicas do Comunismo | Tassos Lycurgo

A condenação da Record e a Igreja Universal

Teto de igreja desaba em Curitiba dias após padre anunciar falta de recursos para reforma

Como pastor de igreja evangélica no Rio enganou fiéis e aplicou golpes com prejuízo milionário

Fundador da Igreja de Lúcifer no Ceará é morto em ataque a tiros

Justiça manda Igreja da Lagoinha pagar imposto por festival gospel com ingressos de até R$ 3.500

Primeiro padre exorcista da Serra do RS assume função e já tem fila de espera para atendimentos; como funciona ritual cercado de mitos

Video: Jesus prega a palavra para os discípulos 

Vício em bets e Tigrinho chega às igrejas e pastores criam grupo para atendimento gratuito

Pão de 1.300 anos com imagem de Jesus é encontrado na Turquia

Megaigreja em Vitória terá cultos com tecnologia padrão Fifa e Rock in Rio

Política e religião: Para 81% dos brasileiros, é fundamental que candidato acredite em Deus

Os apelos ao altar são bíblicos? 4 erros que distorcem silenciosamente o Evangelho.

10 Qualidades Bíblicas Essenciais para Todo Líder Cristão

Casal de cantores cristãos morre em acidente a caminho de culto em MG

Wer ist Jesus? Eine kurze Vorstellung in drei Minuten

Am tiefsten Punkt war mir Jesus am nächsten

Entstehung des Neuen Testaments: Keine Verschwörung, viel Gespräch

Über die Bewegung der messianischen Muslime

China: Die unerschütterliche Mission der Hauskirchen

Ist Karfreitag der höchste evangelische Feiertag?

Christus hat mein Leben viel größer gemacht“

Warum Gott auf Menschen baut – und nicht auf Perfektion

Video: Brauchen wir Glauben?

Massachusetts erlaubt Abtreibungen bis zur Geburt

Influencer testet Leben als Christ – und bekehrt sich

Wie Christfluencer gegen Sex vor der Ehe predigen

Video: Haben wir eine Seele? | Harald Lesch | Terra X: Die Großen Fragen

Neno, o brasileiro de 80 anos que se tornou a pessoa com síndrome de Down mais longeva do país

O que significa quando uma pessoa não quer abraçar ou ser abraçada, segundo a psicologia?

Lições de San Quentin: Como se isolar com propósito

Gratidão aumenta satisfação com a vida e reduz sentimento de inveja, mostra estudo global

O que é a doença de Creutzfeldt-Jakob, diagnosticada no influenciador Lito Sousa

“O frango mais suculento não é assado e leva 1 colher de sopa de vinagre e 100g de queijo parmesão.”

Casal transforma tradição judaica em negócio de R$ 150 mil por mês em São Paulo

7 Dicas para evitar mau cheiro nas lixeiras de casa

Kann Dankbarkeit glücklicher machen? Megastudie liefert eine Antwort

Onda de frio: Saiba onde pode ter -6°C com chegada ar gelado com chance de se tornar um dos mais fortes do ano até agora

Ar frio que pode ser um das mais fortes do ano tem data para chegar

Uma demonstração de união real: ...., antes do retorno surpresa de Harry e Meghan à Grã-Bretanha.

Morre veterinária atacada por cachorro

Uma jovem vampira enterrada numa sepultura há 400 anos com foice na garganta e cadeado no pé tem um mistério que desafia cientistas

App da CNH do Brasil passa a mostrar cobranças de pedágios free flow

Turista contrata passeio para o Cristo Redentor e motorista de aplicativo cobra valor dez vezes maior

Casal de idosos é localizado vivo após mais de 30 horas preso em carro capotado no RS

Homem tenta vender o filho de 3 anos por R$ 10 e é preso em BH

O desastre invisível que matou 1,7 mil pessoas enquanto elas dormiam

Motorista que derrubou passarela e matou mãe e filho na Fernão Dias diz à polícia que não previu acidente: 'Lamento profundamente'

Morre bebê ferida na cabeça por bisturi durante cesárea

Aos 97 anos, dona da Magazine Luiza faleceu e loja leva rombo de R$ 72 milhões

Os gêmeos que se casaram com irmãs gêmeas em celebração feita por padres gêmeos e com coroinhas gêmeos

Morre a atriz Glória Menezes, aos 91 anos, no Rio de Janeiro

Laura Cardoso, um dos principais nomes da dramaturgia brasileira, morre aos 98 anos

Pai e filho são presos um ano após assassinatos de amigos que foram cobrar dívida no Paraná

Frau will die Scheidung, weil ihr Mann sich nicht wäscht

Der 41-Grad-Schock: Wieso Hitze in Deutschland tödlich ist – und in Paraguay Alltag

Brasilianer, der seinen Rivalen umbringen ließ, lebte seit mehr als 10 Jahren unbescholten in Paraguay

Betrug an Mennoniten-Kolonie: Verteidigung blockiert Handyauswertung im 1,6-Millionen-Dollar-Fall

Lula diz que quarto mandato é necessário para 'acabar uma obra'

Lula diz que Trump “reconheceu” erro em tarifa ao Brasil.

Damares nega abandonar Flávio, defende Michelle e critica ataque de aliados

Datafolha - 2º turno: Lula, 47%; Flávio Bolsonaro, 43%

Pesquisa mostra que Michelle lidera disputa pelo Senado no DF

Em primeira pesquisa, Marçal passa Renan, Caiado e Zema

Pablo Marçal se irrita com pergunta no SBT e dispara ao vivo: 'Eu falo do Lula porque'

SE proíbe Marçal de ir a debates, fazer campanha na TV e ter acesso a fundos eleitoral e partidário

Amiga de Lulinha diz que Lula lhe ofereceu cargo no governo

“Quero R$ 100 mi neste ano”, disse amiga de Lulinha em 2024...

"Não tivemos golpe porque Forças Armadas não aderiram", diz general à CNN

Apesar de queda na fila no INSS, pessoas relatam espera de até 8 meses por resposta a pedido de benefício

Em meio à liderança de Sergio Moro e Deltan, uma ‘surpresa’ aparece em pesquisa sobre Paraná 

Moraes autoriza Bolsonaro a passar por consulta odontológica

Moro lidera corrida ao Governo do Paraná com disputa acirrada pelo 2º lugar, conforme pesquisa Alfa Inteligência

Quaest no RS: Juliana Brizola(PDT), com 24%, e Luciano Zucco (PL), com 22%, estão tecnicamente empatados

Ex-general dos serviços secretos russos, que fornecia comunicações ao Exército, encontrado morto em Moscovo

Russos retiram bilhões de bancos por medo de confisco de Putin na guerra

Ataque russo à capital da Ucrânia deixa 15 mortos e atinge escola, hospital infantil e creche

Líderes de oito países europeus em Kiev para discutir reforço da defesa antimíssil

Wie günstig ist Paraguay noch? Machen wir den Vergleich mit einem Burger

Wie die Angriffe Putin treffen - und Russlands reichste Frau

Âncora 1

Deutsche im Sonnenland

 Walter Quirings Reise 1932/33

in die eben gegründeten Kolonien

der Mennoniten in Paraguay und Brasilien

Teil 18

     Dr. Walter Quiring machte 1932/33 eine Reise nach Süd- und Nordamerika. Über ein Jahr lebte Herr Quiring bei mennonitischen Glaubensgenossen im Chaco von Paraguay und reiste von dort über Argentinien und Uruguay nach Brasilien, wo er etwa drei Monate lang in den mennonitischen Hansakolonien arbeitete.

    Er schrieb danach ein Reisetagebuch, das im "Boten" veröffentlicht wurde. Ich gebe es etwas gekürzt wieder.

 ​

      Bergauf und bergab geht unser Weg, dabei immer allmählich steigend. Weite Strecken fahren wir auch durch hohen Urwald, aus dem aber das beste Holz bereits herausgefischt wurde, wie Löwen erzählt.

      Kurz nach fünf Uhr begegnen wir einer Gruppe deutscher Kolonisten, die Löwen Plattdeutsch grüßt. Aha, also schon Witmarsumer. Da sehe ich auch das erste Haus von Witmarsum, ein schmuckes Holzhäuschen, das einem Klassen gehört. Und dann passieren wir Kolonie um Kolonie, die auch hier recht weit auseinanderliegen.

      Das fällt als erstes auf: diese Einwanderer hatten keinen Mangel an bestem Bauholz und ihre Häuser konnten darum weit größer und schöner ausfallen als die im Chaco. Bei manchen erkenne ich sogar das Bestreben, nicht nur praktisch, sondern auch schön zu bauen, eine sehr erfreuliche Erscheinung, bei der nüchternen Sachlichkeit unserer Kolonisten.

      Und da biegen Löwens Pferde auch schon von selber auf einen Hof. Ich sehe links ein kleines Häuschen aus Holz, weiter oben eine größere ordentliche Scheune im Bau und rechts ein Nebenhaus, die Küche. Das Grundstück liegt an einem Hang und der Wirtschaftshof musste darum etwas kleiner werden, als das bei diesen Kolonisten sonst üblich ist. Frau Löwen setzt uns sofort einen guten brasilianischen Kaffee vor mit Maisbrot und Honig; dann brechen wir bald wieder auf. Ich habe mich bei der Familie Klassen, dem Schriftleiter der „Brücke“ eingeladen, und es ist schon dunkel, als wir dort eintreten. Wir halten an einer Gartenpforte neben einem geräuschvoll stampfenden Sägewerk und gehen durch den werdenden Garten dem höher gelegenen recht stattlichen Wohnhaus zu.

      Löwen klatscht in die Hände, und die Tür auf den Vorbau wird geöffnet. Ein breiter Lichtstreifen fällt in den Garten, der uns stark blendet. In der Tür erscheint ein hochgewachsener Mann; es ist Peter Klassen.

      Sehr herzlich werde ich aufgenommen und in ein gemütlich eingerichtetes Wohnzimmer geführt. Frage und Antwort gehen sofort hin und her...

      Nun habe ich das zweite Ziel meiner langen Reise erreicht, und ein ganz neuer Abschnitt beginnt.

      Äußerst fesselnd ist diese erste Unterhaltung zwar für mich, aber ich kann den Augenblick doch kaum erwarten, wo ich in mein Zimmer geführt werde. In diesem Hause liegt ja irgendwo auch meine Post, und ich brenne darauf, an sie heranzukommen. Von Anfang April habe ich von meinen Jungs auf Hohenfels nichts mehr gehört, und heute haben wir bereits Mitte September.

      Endlich ist es soweit. Frau Klassen hat für mich ihr Dachzimmer nett hergerichtet. Wir steigen die Treppe hinauf. Richtig: dort liegt auf einem Bücherbrett auch meine Post. Löwen hatte recht: ein ganzer Haufen ist es. Auch ein Telegramm ist dabei. Ich öffne es zuerst. Es kommt aus Nordamerika. Das Mennonitische Zentralkomitee lädt mich ein, auf der Rückreise nach Deutschland meinen Weg über New York zu nehmen, um dem MZK einen Vortrag über unsere Siedlungen in Südamerika zu halten.

      Und dann sitze ich endlich über den Briefen. Ich öffne sie zuerst alle, lege sie zeitlich zurecht und beginne zu lesen. Seite um Seite. Geradezu gierig saugt sich mein Blick fest an den Zeilen. Überwältigendes ist in Deutschland in den letzten Monaten geschehen, das ich leider nur unmittelbar und nur nachträglich miterleben darf. Und so vieles hat sich dort auch in meiner engeren Heimat zugetragen, das mich nahestens berührt und angeht. Meine Schule Hohenfels ist endgültig geschlossen worden, erfahre ich jetzt erst, und alle Lehrer sind endgültig entlassen. . .

      Drei Uhr nachts ist bereits vorüber, als ich das Bett aufsuche. Aber an Schlaf ist natürlich nicht zu denken. Das Bewusstsein lässt sich nicht ausschalten, und das Gehirn arbeitet selbsttätig weiter. Und um halb sechs früh heult schon die Sirene des nahen Sägewerkes.

      Aber die freundlichen Gesichter als ich ins Wohnzimmer hinunterkomme, und der geschmackvoll und appetitlich gedeckte Frühstückstisch lassen bald die Müdigkeit vergessen. — Für den zweiten Tag vereinbaren Klassen und ich einen ersten Rundgang durch die Ansiedlung. Gleich am Sägewerk begegne ich Bekannten. Johann Hiebert aus Sibirien, einem ehemaligen Kameraden aus der Volksschule, übrigens sicher dem stärksten Mann der Ansiedlung; ferner David Priess, Friesen, Penner, Derksen aus Orenburg und anderen. Wiederholt werden wir auch von Leuten aufgehalten, die sich nach Bekannten und Verwandten im Chaco erkundigen, und in den meisten Fällen kann ich auch die gewünschte Auskunft geben, da ich sehr viele Chacosiedler kenne.

      Die Ansiedlung zieht sich etwa 18 km den Krauelfluss aufwärts, und von Klassens mögen es noch rund 15 km sein bis zum letzten Siedler. Lediglich aus verwaltungstechnischen Gründen haben die Kolonisten drei Dorfeinheiten geschaffen: Witmarsum, Waldheim und Gnadental. Unsere zweite russlanddeutsche Ansiedlung — Auhagen — ist von hier rund 40 km entfernt.

      Die Krauelsiedlung liegt in der Hauptsache am rechten Ufer des Flusses; die linksseitigen „Kolonien“ sind weniger begehrt und wurden teils schon wieder verlassen. Die Äcker dort, so erzählt mir Klassen, bekommen wegen der hohen Berge zu wenig Sonne, was zur Folge hat, dass die Mandioka oder der Aipim, wie diese wertvolle Knollenfrucht hier heißt, ausfällt.

      Wild und zerklüftet sind auch hier die hohen waldbedeckten Berge, von denen die ganze Siedlung krauelaufwärts flankiert wird. Das auch hier von Hammonia an immer noch steigende Gelände ist stark uneben, und die Kolonien liegen unregelmäßig zerstreut auf Anhöhen, an Hängen und in Schluchten. Nicht ein einziger der Siedler hat ein ebenes Grundstück, geschweige denn einen flachen Acker. Bis weit hinauf in die Berge zieht sich das Land der Kolonisten hin, und es wird noch Jahrzehnte dauern, bis es ganz und tatsächlich in Besitz genommen werden kann. Wahrscheinlich werden die Siedler die 40 Hektar, die sie gekauft haben, niemals ganz brauchen. Bei diesem Farmbetrieb genügen 10—20 ha vollkommen.

      Die wirtschaftlichen Verhältnisse sind hier denen in Independencia und am Parana sehr ähnlich, von jenen im Chaco aber völlig verschieden. Unvergleichlich viel schwerer als in Westparaguay ist hier die erste Arbeit der Einwanderer gewesen, bis sie sich in dem dichten Urwald etwas Luft geschaffen hatten und auf einem kleinen gerodeten Fleckchen Fuß fassen konnten.

      Heute liegen die faulenden Urwaldriesen zu zehntausenden hingestreckt am Boden, während die etwa einen Meter hohen Stumpen dicht bei dicht stehen wie Grabsteine auf einem Friedhof. Acht bis zehn Jahre wird es im ganzen dauern, bis diese Stämme verfault sind und bis hier der Pflug über freie Äcker hingehen kann. Bis dahin ist das einzige Ackergerät des Urwaldsiedlers — die Hacke. Im Chaco dagegen standen dem Pflug gleich zu Anfang nur vereinzelt stehende Kampfbäume im Wege.

„Der Bote" Mittwoch, den 4. November

 

 

      Ich höre im nahen Wald von Zeit zu Zeit ein seltsames mürrisches Brummen oder vielstimmiges Grunzen.

      „Das sind die Brüllaffen", erzählt Klassen, „wenn die sich so laut melden, gibt es nächstens bestimmt schlechtes Wetter; das haben wir schon sehr oft erlebt . . ."

      Und wirklich: am andern Morgen gießt es wie aus Kübeln; das Affenbarometer hat richtig vorausgesagt.

      Bei manchen Siedlern schauen wir etwas hinein; ich habe den Eindruck, dass die Leute hier gesünder sind als im Chaco, was an den günstigeren Klimaverhältnissen liegen mag.

      Eine Familie Töws lädt uns zum Mittagessen ein. Die Kolonisten scheinen hier viel Aipim zu essen, der gut schmeckt und sehr gesund sein soll.

      Im Lehrer von Waldheim, dem mittleren Dorf, entdecke ich wieder einen Bekannten, einen Kameraden aus der Zentralschule in Orenburg. Ein unerhört hartes und bewegtes Schicksal hat dieser Kornelius Janzen gehabt, eine wahre Odyssee hat er erlebt.

      In Suworowka in Orenburg beginnt seine kühne Flucht, die ihn unter vielen Fährnissen zunächst nach Sibirien führt. Aber auch dort ist er keinen Augenblick sicher vor den Nachstellungen der GPU, und er schlägt sich unter Überwindung größter Schwierigkeiten immer weiter ostwärts durch bis zu den deutschen Amurkolonien. Erst dort kann er etwas verschnaufen. Bald aber wird ihm der Boden auch hier zu heiß, da auch viele der deutschen Volksgenossen nicht mehr zuverlässig sind, und er wagt die gefährliche Flucht über die Amurgrenze nach China hinein.

      Hier hat er vor den Spitzeln der GPU wohl endlich Ruhe, aber nun beginnt ein anderer Kampf, ein unerbittlicher, der um das tägliche Stückchen Brot.

      Mit einem Schub Glaubensgenossen wird er schließlich nach Nordamerika verbracht, wo ihn das Schicksal nach Kalifornien verschlägt.

      Seiner Familie glückt währenddessen die Flucht über Moskau. Sie kommt nach Deutschland und wandert mit ihren Eltern von dort weiter nach Brasilien.

      Lange bange Monate wissen Janzens nichts voneinander, bis Janzen auf weiten Umwegen von dem Wohlergehen seiner Familie Kunde erhält. Von da an hat er begreiflicherweise nur noch den einen Wunsch, baldigst wieder mit seiner Familie vereinigt zu sein. Und dem eisern harten Willen dieses durch gar nichts zu entmutigenden Tatmenschen gelingt auch die Bezwingung der letzten Schwierigkeiten. Glaubensgenossen in den Vereinigten Staaten helfen mit, und nach wochenlanger Reise, die ihn durch den Panamakanal südwärts führt, kann er seine Familie wieder in die Arme schließen.

      Diese mit verbissener Entschlossenheit durchgeführte Flucht rund um den halben Erdteil wäre Stoff genug für einen erschütternden Roman von oft geradezu atemberaubender Spannung. Aber wir Russlanddeutsche haben uns durch das eigene keineswegs alltägliche Erleben an das Gewaltige und Ungewöhnliche solcher Schicksale gewöhnt und machen nicht mehr viel Aufhebens von ihnen.

      Erst kommende Geschlechter werden den ganzen Heroismus dieser Glanzleistungen auslanddeutschen Lebenswillens ganz ermessen können. Unserem hin und hergezausten harten Sturmgeschlecht fehlt vorerst die beschauliche Ruhe, fehlt der innere Abstand, über die eigene leidgefüllte jüngste Vergangenheit zu sinnieren: wir stehen noch mittendrin in dem gewaltigen Umbruch, in dem Wirbelsturm, der unseren Splitter in noch kleinere Teile zerstückelte und über die ganze Erde zerstreute.

      Erst gegen Abend erreichen wir den letzten Siedler, den Bruder meines einen Balzer, Chacofreundes Gerhard Balzer. Hier ist das Kraueltal zu Ende, und Klassen erzählt mir, dass weiter oben ein großer Kamp seinen Anfang nimmt.

      Auch die beiden tiefen, ebenfalls von unseren Kolonisten besiedelten Seitentäler noch zu besuchen, fehlt uns schon die Zeit, und ein älterer Orenburger, auch ein Kornelius Janzen, fährt uns in der Dunkelheit wieder heim.

      Der erste natürlich nur flüchtige Eindruck von dieser Krauelsiedlung ist unbedingt ein günstigerer als der von Fernheim und Menno. In der Hauptsache liegt das an den größeren und schöneren Häusern und den etwas weniger dürftigen Ausstattungen der Wohnungen. Aber dieser auf Grund des ersten Überblicks entstandene Eindruck von einer Ansiedlung kann natürlich nicht maßgebend sein und zwar hier aus dem Grunde nicht, weil er in der Hauptsache durch den gegebenen Holzreichtum hervorgerufen wurde.

      Die erwähnte Balzersche „Kolonie" mag rund 80 km von dem ganz bedeutend tiefer liegenden Hammonia entfernt sein. Nach meinem bei der Durchreise gewonnenen Eindruck ist das Land weiter unten bedeutend besser, als das in unserer hochgelegenen Kraulsiedlung.

      Der Holzreichtum ist natürlich nicht unerschöpflich und kann daher auch nicht als bleibender Ausfuhrartikel angesehen werden. Daher verlegten sich manche Kolonisten sofort auf Schweinezucht und Milchwirtschaft. Aber die Schweinezucht wurde sehr bald als zur Zeit nicht lohnend wieder aufgegeben und nur die Milchwirtschaft möglichst ausgebaut.

      Aber auch diese stößt auf größte Schwierigkeiten. Vor allem fehlt es in dem dichtverfilzten Urwald naturgemäß an Weide. Und die Anlage künstlicher Weiden erfordert eine Reihe von Jahren schwerster Arbeit durch Waldroden und Vorbereiten des Ackers. Alles Viehfutter muss daher vorerst aus dem Wald geholt werden.

      Vom ersten Tage an sehe ich, wie Erwachsene und Kinder mit großen Strauchbündeln auf dem Rücken aus dem Urwald angeschleppt kommen. Das ist eine außerordentlich strapaziöse und sehr zeitraubende Arbeit, die schon manchen Wunsch und viele Seufzer hat laut werden lassen.

      Meine Arbeit in der Hansa wird, wie ich gleich in diesen ersten Tagen sehe, leichter sein als im Chaco. Viele Erscheinungen der Tropenwelt sind mir nun schon bekannt; außerdem habe ich in Witmarsum schon jetzt einige wertvolle Mitarbeiter gewonnen, die mir zeitraubende Sammelarbeit abnehmen werden. So hoffe ich, zu Weihnachten doch in der Heimat zu sein.

      Als wir heimkommen, sehe ich einen jungen Klassens im Schein der Lampe auf der Terrasse sitzen und sich mit dem Taschenmesser die Sandflöhe aus den Zehenspitzen entfernen. Kaum jemand bleibt am Krauel von den Sandflöhen verschont; hier ist dieses Ungeziefer im Gegensatz zum Chaco wirklich eine Plage.

      Auch ich habe bereits wiederholt das juckende Stechen, das durch das Hineinbohren des Weibchens in die Haut verursacht wird, gespürt und kann die Operation in wenigen Tagen ebenfalls vornehmen.

      Sogar unser Teddy, der treuherzige schwarze Pudel, wird von diesem Ungeziefer arg geplagt, und er kann sich vor Schmerzen - seine Füße sind immer geschwollen - kaum fortbewegen. Laufen sehe ich ihn während der ganzen Zeit überhaupt nicht.

 „Der Bote" Mittwoch, den 11. November

 

 

18. Die Siedler auf dem Berge.

      „Und wann haben Sie vor, auf den Ararat zu fahren?" fragt mich eines Tages einer meiner neuen Bekannten. „Auf den Ararat?" frage ich verwundert.

      „Ja, nach Auhagen meine ich, auf das hohe Stolz Plateau, das hier manchmal nach jenem biblischen Berg genannt wird."

      „Ach so... "

      Ich bin tatsächlich gespannt, auch „Den Ararat" und seine Bezwinger kennenzulernen, und nach zwei Wochen rüsten Klassen und ich für die Reise dorthin. Auch hier in der Hansa muss, wie in Fernheim, fast jede, auch die kleinste, Fahrt bezahlt werden, und wir einigen uns schließlich mit einem Kolonisten, der uns für vierzehn Milreis bis an den Berg hinanfahren will. Eine Auffahrt, die bei schlechtem Wetter gut einen halben Tag dauern kann, müsse er natürlich besonders berechnen. Das ist einleuchtend und wir sind bald handelseinig.

      Das Wetter ist kühl und regnerisch, und wir machen uns auf eine langwierige Fahrt gefasst. Aber was will so eine Fahrt mit Pferdefuhrwerk nach den vielen Ochsenfahrten im Chaco schon bedeuten, zudem führt unser Weg immer bergab.

      Und wieder geht es zwischen den hohen bewaldeten Gebirgszügen bergauf und bergab. Kolonie um Kolonie passieren wir; es sind „Altdeutsche", die hier wohnen; sie haben alle Täler bis hinunter nach Hansa besetzt. Unzählige Kurven sind auch hier zu nehmen, bis wir das Tal, das Dona Emma Tal, erreicht haben.

      Bald fängt es wieder an zu regnen, und der Regen hört auch während unserer ganzen Fahrt nicht mehr auf. Ich freue mich, den sauber gewaschenen Urwald nun auch in dieser Stimmung zu erleben. Die saftige Frische und die erdgebundene Kraft, die von ihm ausgehen, wirken immer wieder ganz unmittelbar, und die Zeit meines Aufenthaltes ist zu kurz, um aus Gewohnheit gegen diesen Eindruck abzustumpfen.

      Etwa um ein Uhr biegt unser schweigsamer Fuhrmann in einen Seitenweg ein, und in einer weiteren Stunde sind wir am Ende des Tales, in einer Sackgasse angelangt.

      „Hia es de Welt to enj," meint Klassen und schält sich aus seinen Mänteln heraus. Wir steigen ab, bezahlen unseren Fuhrmann und schicken uns an, den „Ararat" zu besteigen. Zwar hätten wir, wie gesagt, auch hinanfahren können, aber das hätte bei diesem Wetter 4-6 Stunden erfordert. Und zu Fuß soll der Aufstieg in einer guten Stunde möglich sein.

      Ich sehe an dem Plateau aufwärts und muss fast senkrecht in die Höhe schauen. Ist das steil! Da werden wir was zu klettern haben. Langsam, ganz langsam wie richtige Bergsteiger beginnen wir den Aufstieg. Der Grund ist aufgeweicht und glitschig, und an vielen Stellen rieselt Wasser die steile Wand herunter, was den Schritt unsicher macht und den Aufstieg noch erschwert.

      Bald sind wir wie in Schweiß gebadet, und unsere ohnedies nassen Mäntel und Taschen kommen uns mit jedem Schritt schwerer vor. Dicht bei dicht stehen hier die oft zwei Meter dicken Urwaldriesen, tausendfach verflochten mit verschiedenartigstem Rankenwerk. Stellenweise herrschen die hübschen Farnkräuter vor und das hohe Bambusrohr, das von den Kolonisten gelegentlich zu Gartenzäunen verwendet wird. Den Waldpfad für den Aufstieg haben die Siedler schon selber angelegt, was ein schönes Stück Arbeit gewesen sein wird.

      Nur einmal öffnet sich ein Blick durch den Urwald, und zwar an einem Wasserfall vorbei ins Tal hinunter. Weit, weit zieht sich über die Berge hin der dunkelgrüne Wald, und was deutsche Tatkraft ihm bis dahin an Ackerboden abgerungen, scheinen, von hier oben gesehen, nur ganz kleine Ausschnitte zu sein.

      „Jetzt haben wir's aber bald geschafft“, Klassen meint's verschnaufend, als wir uns an einer nicht ungefährlichen Stelle hart an die steile Felswand drücken, um auf dem nassen Boden nicht auszurutschen und hunderte Meter den steilen Hang hinunterzustürzen.

      Endlich sehe ich vor uns den Himmel durch die Bäume schimmern, und dann treten wir hinaus auf eine weite bucklige Lichtung. Der Regen hat etwas nachgelassen. Hier vom Waldrand können wir einen Teil des Plateaus überblicken. Das Gelände ist auch hier offenbar genau so uneben wie in Witmarsum, ein erster Eindruck den ich später bestätigt finde. Bis an den Rand des Plateaus ist der Wald umgelegt, und ich sehe auch hier das mir nun schon vertraute Bild: einen riesengroßen Stumpenacker, auf dem die faulenden Stämme zu tausenden hingestreut liegen. Und dort weiter oben werden auch einige der mir nun schon bekannten Holzhäuschen sichtbar.

      Wir gehen auf einem Waldpfad durch die „Rossa", wie ein abgeholztes und abgebranntes Waldstück hier bezeichnet wird, bis auf die lehmige Straße. Wieder gießt es in Strömen, und es hat den Anschein, als wolle der ganze „Ararat" an unseren Füßen kleben bleiben. Klassen steuert auf den Konsum zu, ein langes an der Straße gelegenes Bretterhaus. Hier treffen wir den Geschäftsführer Johann Hamm und den Kassenvogt Heinrich Dyck an. Hamm lädt uns ein in sein Haus. Seine Frau kenne ich bereits aus einigen sinnigen Aufsätzen der „Brücke", und ich freue mich, die Kolonistenfrau kennenzulernen, deren Schilderungen eine so feine Beobachtungsgabe und soviel Stilgefühl verraten. Auch in den Häusern unserer brasilianischen Siedler fehlen vorerst die Öfen, und bei solch nasskaltem Wetter ist es auch drinnen immer „hubbrijh", mit der zu solchem Wetter gehörenden unfrohen Stimmung. Nach dem belebenden Kaffee gehen wir hinüber zum Nachbar, zu Lehrer David Enns, der mir durch seine Notenaufsätze ebenfalls kein Fremder mehr ist. Erst ziemlich spät abends erreichen wir unser vorläufiges Ziel, die Familie Johann Riediger. Hier soll nach dem Wunsch meiner Freunde mein Hauptquartier in Auhagen sein, und ich bin darüber bald sehr froh. Ohm Riediger ist ein rüstiger Sechziger, ehemaliger Waisenältester an der Molotschna. Zwar bin ich müde zum Umfallen, aber bei dieser Unterhaltung vergeht mir die Müdigkeit bald wieder. Ohm Riediger ist ein ausgezeichneter Erzähler mit sehr viel gemütvollem Humor, und nach wenigen Minuten schon haben wir die späte Abendstunde vergessen. Oft schon habe ich mich auf dieser Reise darüber gewundert, dass unsere kleine deutsche Gruppe bis dahin nicht einen einzigen namhaften Schriftsteller hervorzubringen vermochte. Dabei haben wir unter unseren Bauern geradezu hervorragende Erzähler, die nicht weniger bildhaft und anschaulich erzählen wie etwa z. B. Gustav Freitag oder Fritz Reuter. Mit wenigen knappen Sätzen zeichnet Ohm Riediger, ihm selber sicherlich ganz unbewusst, einen Peter Friesen an der Molotschna, so dass ich ihn wie leibhaftig vor mir sehe. Und dann zuckt es um die Mundwinkel bei Ohm Johann, in den Augen blitzt es schelmhaft auf, und eine kleine Begebenheit wird vor uns aufgerollt, die unter der Feder eines Schriftstellers eine sehr hübsche kleine Skizze würde.

„Der Bote" Mittwoch, den 18. November

 

​​

Fortsetzung folgt​




              Weitere Inhalte
 

 

- Deutsche im Sonnenland​                                                Hier

-Einwanderung und Anfänge der Mennoniten in Brasilien        Hier

-Die Mennoniten Brasiliens sterben aus                                                        Hier

- "Geschichten aus der Geschichte der Mennoniten"

Das Programm vom Jahr 2025          - Hier

Das Programm vom Jahr 2024          - Hier 

Das Programm vom Jahr 2023          - Hier

 


Texte, die über Whatsapp angefordert werden können:

1930 Weihnachten bei den Deutschrussen im Flüchtlingslager

- Ob der Prediger es schaffen wird, Russland zu verlassen

- Warum wir die Auswanderung verpasst haben

​- Nicht alle haben am Roten Tor gesungen

-Ak-Metschet - eine Mennonitenkolonie im fernen Asien     

- Russland im Jahre 1929, Der Bote                                     

Die vielfältigen Rollen der Mennoniten im Holocaust     

           Helene Berg - mennonitische Hebamme in Molotschna, eine gute Bekannte Himmlers, ein Naziführer                                                                                                                           

             Amalie Reimer - aus Chortitza, Mennonitin, Agentin der Kommunisten, Kollaborateurin der Nazis.                                             

Ein Besuch bei den Amischen Mennoniten - Cornelius Krahn

-Flucht aus der Hölle Stalins

-Schreckenstage in Moskau Was unsere Eltern in jenen Novembertagen erlebt haben ​anhand von Berichten der Mennonitischen Rundschau

- Die hutterischen Brüder - Wanderungen und Leid     

-Texte:Brautschau eines Predigers, Gehen Mennoniten in der Stadt unter?, u.a.m.

-Die Mennoniten Russlands und die Zaren    

-Das tragische Ende der Danzig- Westpreußischen Mennoniten Gemeinden

-Turkestan-Eine mennonitische Auswanderung mit Folgen

- Die Autobiographie Wilhelm Hüberts 

- Mennoniten in Polen/Preussen 

Die erste Auswanderung der Mennoniten nach Südrussland 

- Tagebuch aus dem Reich des Totentanzes - Ein Bericht über die Zeit von Machnos Terror unter den Mennoniten 

​​- Erinnerungen aus dem alten und neuen Rußland

- Besuch bei den Aultkolonia, Bolivien        

- Mennoniten und die Herstellung von alkoholischen Getränken in Russland 

Erinnerungen an Moskau1929, Heinrich Martins 

Schwere Verbrechen und Vergehen in Russland 

Was macht mennonitische Beerdigungen so einzigartig?   

Mennonitische Namen 

Reisen eines Schweizers nach Südrussland, 1822-1828  

Über die Abspaltung der Sectierer. Geschichte der Gründung der MBG in Russland in den Augen eines Aussenseiters  

- Die Reise von Charbin zum Chaco​ - Irmgards Vorfahre erzählt dieses Abenteuer             

- Lehrer Heinrich Heese (1787-1868)​ -Die Widerwärtigkeiten eines bedeutenden Lehrers unter den Mennoniten Russlands

-Als der Weltkrieg zu Ende ging, welche Nachrichten unsere Eltern bewegten 

Der "Stundismus" - Eine evangelische (rein russische) Erweckung zur Zeit der Mennoniten in Russland                                                               

​​

​​​

bottom of page