Menonitas no Brasil

Mennoniten in Brasilien

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24/07/2021

 

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Editor: Udo Siemens

Nova edição: sábados, às 13 hs 

"Als Zehntausende Russlanddeutsche fliehen mussten"

 

Hier der Text der FRANKFURTER ZEITUNG vom   08.11.1929

Pregação, leitura e reflexão

- «Gott hat mich ernster genommen als ich ihn»

- SIND CHRISTEN EIGENTLICH BESSERE MENSCHEN?

- Was ist das Evangelium und wie entfaltet es heute seine Kraft?
- Eine Muslimin in Indien: Könnte es sein, dass die Bibel doch wahr ist?
- Dem Tod ganz nahe: Schussverletzung, Leidenszeit – aber am Ende geborgen

- Dr. Alfred Neufeld: Qual é o verdadeiro papel de um pastor?

- Pastor testemunha renovo da fé após cair: ‘Respostas estavam lá o tempo todo’

- Os Sacrifícios no Antigo Testamento

- Um testemunho cristão contra o antissemitismo: “os dons e o chamado de Deus para Israel são irrevogáveis”

Videos

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Russland von oben - ZDFmediathek

Rätsel Nordkorea - Leben im Reich des Kim Jong Un

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Saiba como aliviar a sensação de frio intenso dentro de casa

 

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Você sabe por que crianças nos braços de mães pedintes estão sempre dormindo?

 

Os mapas que mostram o impacto do aquecimento global no futuro das crianças de hoje

Brasil registra um feminicídio a cada 6 horas e meia durante a pandemia

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Uma nova classe de pessoas deve surgir até 2050: a dos inúteis

Tatuagens constituem risco de saúde incalculável

Das lange Schweigen über das  Gift der Tattoos

 

Was tun, wenn Sie einen Bettler treffen?

18-jähriges Mädchen hingerichtet: Sie wollte ihren Cousin nicht heiraten

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28 Stunden lang war er der einsamste Mensch aller Zeiten

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O filho esquecido: uma infância infeliz

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Einblicke in das Babylonische Judentum

Teil 1     Teil 2

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Deutschland: Mehr als 2000 Neuinfektionen – Inzidenz steigt auf 13,2

 

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Die Autobiographie des Mennoniten

Wilhelm Hübert

     Er kommt aus Südrussland, seine Eltern ziehen nach Sibirien. Nach dem Militärdienst zieht er nach. Der frühe Tod des Vaters hatte ihn in den früh in den Ernst des Lebens eingeführt. 

     Er heiratet, denn somit öffnet sich ihm die Gelegenheit eine eigene Wirtschaft mit billigem Land zu erwerben. Nach anfänglicher Ablehnung im neuen Dorf finden er und seine Frau den Kontakt zu den anderen. Da es keine Prediger im neuen Dorf gibt, tut er sein Bestes, um die Gläubigen um die Bibel zu scharen.

    1914, als es ihnen wirtschaftlich anfing besser zu gehen, bricht der 1. Weltkrieg aus. Mit vielen anderen Mennoniten wird auch Wilhelm eingezogen. Sie müssen aber nicht aktiv am Krieg teilnehmen.

     Der Deutschenhass vergrössert sich, Armut verbreitet sich, Verfolgungen beginnen.

     Die ersten Folgen dieser Autobiographie sind hier nachzulesen.

5. Folge

Die kurze Pause

    Ab 1923 kamen die Jahre, von welchen Lenin gesagt hatte, „jetzt lasst den Bauer einmal etliche Jahre ruhen, dass er wieder Speck ansetzt“. Nicht dass wir jetzt von den verschiedenen Quälereien frei waren, aber es war doch leichter für den Bauer geworden. Die Steuern wurden in Geld gefordert, und auch nicht übermäßig hoch, die Ernten waren gut, auch die Getreidepreise waren gut, so dass der Bauer sich wirtschaftlich erholen konnte.

Einige beginnen auszuwandern

    Aber wir trauten der Ruhe doch nicht gut. Im Süden Russland war es schon im Jahre 1923 zu großer Auswanderung gekommen. Bei uns kam‘s im Jahre 1925 dazu. Es wanderten dann von unserer Siedlung eine ziemliche Gruppe aus, die meisten als Emigranten auf Kredit. Eine kleinere Gruppe als Kassapassagiere. Wir wollten damals auch schon auswandern. Es wäre für uns damals auch sehr günstig gewesen, denn die Kinder waren alle unter 16 Jahren, ich brauchte also nur zwei Pässe, die Wirtschaft war ganz gut gestellt, alles war damals gut zu verkaufen.

Ist der Glaube eine Hilfe, um die Frage der Auswanderung zu lösen?

    Wir hätten als Kassapassagiere reisen können. Wir waren auch wegen der Augen alle gesund, nur Hans, der damals drei Jahre alt war, er hatte auf dem Kopf etwas Skrupfel. Das fiel dem amerikanischen Arzt Dokt. Drury auf und wir sollten erst, weil er kein Mikroskop dabei hatte, von einem Arzt im Slawgorod ein Zeugnis einbringen, dass es mikroskopisch untersucht sei, und nicht Fawus sei.

    Wir hatten nach diesem Fall einen schweren inneren Kampf zu kämpfen. Wir hatten nämlich keine klare Überzeugung, ob wir auswandern sollten oder nicht. Wir sagten uns, bevor wir vor Dr. Drury gingen, „wenn wir bei der Besichtigung alle für gesund erfunden werden, und uns zur Auswanderung nichts hindert, dann soll uns das ein Beweis sein, dass wir auswandern sollten.“ Jetzt, nach dem Fall mit Hans, sagten wir uns, es ist uns gezeigt, wie wir zu handeln haben.

    Jetzt hätten wir ruhig und überzeugt sein sollen und waren‘s doch nicht. Der Kampf, den wir jetzt durchzukämpfen hatten, war ein sehr harter. Hier hatten sich die wirtschaftlichen Verhältnisse sehr gebessert, wir standen uns gut wirtschaftlich. Sollten wir jetzt alles fahren lassen? Wussten wir doch noch so gut, wie schwer der Anfang hier gewesen war, wie viel Schweiß und bittere Tränen damit verbunden waren. Nun nachdem wir nach sehr schweren Jahren emporgekommen waren, alles dies verlassen und wieder in eine ungewisse Zukunft fahren? Und wieder von vorne anfangen?

    Dann kam wieder die Ungewissheit über den Wille Gottes in dieser Frage. Wir wollten nicht gegen den Wille Gottes handeln, wir waren daher sehr traurig und niedergeschlagen, als wir nach Hause fuhren.

    Die Nachbarn kamen gleich und frugen, „na, wie sieht‘s? Fahren?“ Wir sagten mit schwerem Herzen, „nicht fahren“. „Na, warum denn nicht?“ Auf unsere Erklärung fragten sie, „na, das ist nicht Schlimmes mit dem Jungen. Nur etliche Male den Kopf des Kindes mit Erdbutter einschmieren, dann ist das heil“.

    Wir glaubten das ja selbst auch, aber wir sollen ein Zeugnis vom Arzt bringen. „Na, dann fahrt doch aber gleich morgen zum Arzt nach Slawgorod! Der gibt es euch unbedingt.“ Wir sagten uns, „ist es recht, Gott noch weiter zu versuchen?“ Wir wollten ja auswandern, nur wenn kein Hindernis sei, und nun war eins da, wenn auch nur ein kleines. Andere sagten, „es ist kein Hindernis, versucht‘s nur noch einmal!

   Es ging uns so wie Gideon, als er seine Sendung von Gott nicht gut verstehen und glauben wollte und Gott zweimal mit dem Fell versuchte, Richter 6:36-40. Und wir sagten und baten auch „Gott zürne uns nicht, wenn wir es noch einmal beim Arzt versuchen. Wenn wir das Zeugnis beim Arzt ohne Schmiere bekommen, dann wollen wir überzeugt sein.“  

   Wir fuhren den anderen Tag nach Slawgorod. Es waren da zwei Ärzte, der eine ein zuverlässiger Arzt, zu dem wollten wir fahren. Als wir hinkamen, war Popow auf einer Ferienreise. Der andere Arzt, ein Jude, Borisow, zu dem hatte ich kein Vertrauen. Ich ging aber doch vor Abend in sein Quartier und sagte ihm mein Anliegen. „Ja“ sagte er, „komm nur morgen um acht Uhr zum Krankenhaus und sage zum Diener du seist für Nº 6 bestellt. Dann wird er dich zu mir führen“.

    Als ich am nächsten Morgen zu ihm kam, schrieb er etliche Zeilen auf ein Blättchen und schickte mich dann zu einem anderen, der mikroskopische Untersuchung vornahm. Nach der Untersuchung kritzelte er wieder etliche Zeilen auf das nämliche Blättchen, und schickte mich damit wieder zum Arzt.

   Der beschaute das Blättchen, sah mich schmunzelnd an und sagte, „ja, das ist Fawus“. Dann wusste ich Bescheid, frug ihn aber noch, „ist das denn so schlimm, ist das nicht zu heilen?“ Darauf der Arzt: „Aber das wird lange dauern. Aber du weißt ja, wo ich wohne. Komm nur nach vier Uhr zu mir im Quartier, dann gebe ich dir ein Rezept und du kannst die Medizin in der Apotheke nehmen. Aber die Heilung wird langsam gehen“, sagte er wieder schmunzelnd.

   Ich war überzeugt, hier war ohne Schmiere nichts zu machen und kein Zeugnis zu bekommen. Ich hatte also von oben, vom Herrn, keine Erlaubnis. Ich verabschiedete mich und fuhr mit schwerem Herzen, aber jetzt überzeugt nach Hause. Wir stellten für dieses mal die Auswanderung ein

Warum sind die Wege des Herrn so schwierig?

    Ich habe aber später, schon hier in Brasilien, nach dem Zusammenbruch meiner Frau, wenn das Kreuz manchmal zu schwer sein wollte in dunklen Stunden, mich gefragt, wie wäre es geworden, wenn wir im Jahre 1925 ausgewandert wären. Vielleicht nach Kanada und in ein leichteres Verhältnis gekommen, und der Zusammenbruch meiner Frau wäre nicht eingetreten? Doch der Psalmist sagt, „Gott, dein Weg ist heilig“. Er ist der Herr, der uns diesen schweren Weg gehen heißt. Und die Ewigkeit wird es uns einst offenbaren, warum wir diesen Weg gehen mussten.

   Wir haben aber doch noch viel Ursache, dankbar zu sein, dass wir doch noch in der letzten Stunde wie ein Brand aus dem Feuer, aus dem Lande der Schrecken herausgerettet wurden mit unser ganzen großen Familie, und hier in Ruhe und Frieden leben dürfen. Wie schlecht ist es den Millionen ergangen, die zurückbleiben mussten, und später so schrecklich gemartert wurden!

Die stille vor dem Sturm

   Nach der Einstellung der Auswanderung beruhigten wir uns auch wieder. Wir hatten ja auch jetzt nicht zu klagen. Wir fingen damals an, Reinsaat zu züchten, die Felder wurden vor der Ernte von einem Agronom besichtigt und welche gut waren, dass sie die Probe bestanden, wurden registriert als Reinsaat. Nach der Ernte musste der Betreffende angeben, wie viel Reinsaat er übrig habe, bekam dann 2/3 des Preises gleich im Herbst ausgezahlt.

   Wer passend Raum hatte, konnte den Weizen bei sich bis zum Frühjahr liegen lassen. Es wurden  auch Speicher gepachtet, wo der Weizen zusammengeschüttet wurde. Im Frühjahr wurde er abgeliefert, dann gab‘s noch das letzte Drittel des Preises für den Weizen. Weil der Preis gut war, blieb schon was über. Und weil die Ware jetzt auch wieder zu bekommen war, konnte manches wieder ausgeglichen werden.

   Alles schien jetzt wieder besser zu werden. Wir ahnten, dies war die Stille vor dem Sturm, der bald losbrechen würde. Die Steuern wurden erhöht, zudem kamen verschiedene andere Gelderpressungen, Selbstbesteuerung, Gelder für die Luftflotte, oder auch Kriegsanleihe. Alle diese Gelder wurden zum Teil nur von Mittelbauern und Großbauern erpresst.

Aufgezwungene Obligationen

   Die Kriegsanleihe war anfänglich freiwillig, für das eingezahlte Geld bekam man Obligationen als Quittungen. Bald aber wurden die Obligationen immer dringender aufgenötigt und in immer größeren Summen, zuletzt schon einfach gewaltmäßig.

   Einen Fall will ich ausführen, der mich persönlich betrifft. Es war an einem Sonntag nachmittag im Winter. Wir sitzen zu Hause, plötzlich schlägt der Hund an. Meine Frau steht auf und geht zum Fenster und schaut hinaus. Sie kommt erschreckt zurück und sagt „Johann Görzen kommt mit zwei Männern her“. Ich denke, „na, was gibts denn wieder?"

    Joh. Görzen war der Vorsitzende aus dem Dorfrat, mit ihm kam der Schreiber, ein Deutschländer, (Parteinmann, Kommunist) und der Vorsitzende aus dem Riek, Wiens, auch Kommunist. Nach kurzer Einleitung, sagte der Vorsitzende Wiens dem Riek, „du hast noch wenig Obligationen genommen. Du musst noch mehr nehmen. Du musst noch für 200 Rubel nehmen“. Ich wollte nicht. Da sagte er, „dann willst du vielleicht für 300 Rubel nehmen“. Als ich dann sagte, „ich hab ja doch schon für so und so viel Rubel genommen“, „na“, sagt er wieder, „dann willst du wohl für 400 Rubel nehmen?“ Ich sah den Ernst der Sache ein, meine Weigerung könnte für mich ein sehr schlechtes Ende nehmen. Ich zahlte die 400 Rubel ein und war nachher froh und dankbar dafür, dass ich es nicht aufs Äußerste getrieben hatte.

   Noch eine kleine Ergänzung zu den Obligationen. Die Obligationen waren Serienweise, und in jeder Serie hatten die Obligationen ihre Nummer. Also hatten auch meine Nummern die Serie und auch laufende Nummern. Später wurde bekannt gemacht in der Zeitung, dass die Bank die Obligationen aufkaufte, denn die eingezahlten Gelder für die Obligationen waren eine Anleihe für die Regierung, und sie zahlen Zinsen dafür, so wurde uns versprochen. Wir glaubten es aber nicht. Jetzt aber kaufte die Bank die Obligationen, ich bekam jetzt auch die Zinsen.

    Ich wollte auch keine Zinsen, wenn ich nur das eingezahlte Geld zurückbekam. Ich fuhr gleich nach Slawgorod zur Bank, hatte meine Obligationen mit. Während ich da sitze und warte (es warteten noch viele andere mit mir), und sehe, dass da Tabellen sind, und dass man mit seinen Obligationen auf den Tabellen Vergleiche anstellt. Ich fragte noch, was das bedeute. Man sagt mir, dass es auf bestimmte Obligationen nun mehr Gewinne gebe.

   Dann fing auch ich an zu vergleichen, und hatte das Glück, dass meine noch einen bedeutenden Gewinn hatten. Ich bekam nicht nur mein Geld voll ausgezahlt, sondern auch die Zinsen für die Zeit, wo das Geld geliehen war. Obendrein einen Gewinn, der war also einigermaßen für meinen Verdruss und Angst entschädigt.

Mein seelsorgelisches Bemühen

   Dieser Görzen hat mehrere Jahre hinter mir gegraben und auf alle Art und Weise versucht, mich zu Fall zu bringen. Was ihm aber nicht ganz gelungen ist. Ich wurde vor dem gänzlichen Fall bewahrt. Als wir im Jahr 1927 noch einmal anfingen, um die Papiere zur Auswanderung zu wirken, da hat er gesagt, ich würde nicht auswandern, dafür werde er aufkommen.

   Er wollte aber selbst auch. Er stand aber mit dem Lehrer im Dorf in einem verwickelten Konflikt und jeder von ihnen suchte, sich am anderen zu rächen, und suchten nach einer passenden Gelegenheit ihn zu Fall zu bringen. Nun meldete Bergen bei der Polizei an, Görzen halte geheime Versammlungen ab, wegen Auswanderung. Das fiel Görzen schwer ins Gewicht. Er wurde mit noch fünf Männern arretiert. Ich war aber nicht darunter, obwohl ich auch um die Ausreise gewirkt hatte.

   Diese Verhaftung brachte einen großen Schrecken ins Dorf. Es war die erste Verhaftung, zumal es Görzen als Vorsitzenden des Sowjets über drei Dörfer und  seinen Schreiber, einen deutschen Parteimann, einen langjährigen Kommunisten betraf.

   Es war zu sehen, dass Lehrer Bergen doch fähig war, uns manches Übel zuzufügen. Und er hatte sich geäußert, dies sei nur der Anfang. Wer es sei, hatte er aber nicht gesagt. Ich glaube aber nicht, dass ich darunter sei, denn ich stand mich mit Bergen nicht schlecht, aber der ganze Vorfall lastete schwer auf mir.

   Ich konnte in der folgenden Nacht nicht schlafen. Es schien immer in mir, da muss eingegriffen werden. Vielleicht ist die Verhaftung rückgängig zu machen, und weitere vorzubeugen. Nach ernstlichem inneren Ringen und Kämpfen entschloss ich mich, gleich morgens zu Bergen zu gehn, und mit ihm Durchsprache zu halten.

   Am Morgen, als es kaum hell war, ging ich hin. Ich wollte ihn gleich in der Morgenstunde nehmen. Er sei dann vielleicht zugänglicher, denn das es hart auf hart gehen würde, damit rechnete ich. Ich traf seine Frau schon draußen. Ich frug „Bergen schläft wohl noch?“ „Nein“, sagt sie, „er ist schon auf, er wird gleich kommen“.

   Er kam dann auch bald und bat mich hineinzukommen und mein frühes Kommen zu erklären. Ich sagte, er würde es wohl ahnen, warum ich käme, es sei wegen der Verhaftung und ich würde auch ganz offen mit ihm sprechen. Denn dies sei ja nicht die erste sehr ernste Durchsprache, die ich mit ihm habe, wie er ja wisse. Ich frug ihn ganz direkt, was wohl die Veranlassung zu seiner Anmeldung und daher zu dieser Verhaftung sei. Ob es bloß Rache sei gegen Görtzen? Da mir ja ihr gegenseitiger Hass zu Genüge bekannt war. Es stehe uns aber doch nicht, uns zu rächen. Wie schwer die Folgen sein könnten, ließe sich kaum ahnen, und wie schwer seine Familie leiden müsse. Zudem die anderen fünf Männer die doch in dieser ihrer Sache unschuldig seien.

   Er schwieg. Er schien etwas überrascht zu sein über mein entschiedenes Vorgehen. Dann aber sagte er, „du hast recht, ich lasse es gelten. Aber die Rache ist süß. Ich habe lange nach einer Gelegenheit gesucht, ihn zu Fall zu bringen. Jetzt war der Moment da.“ Ich sage, „ja, aber die Folgen und die anderen Unschuldigen?“ Ob er seine Klage nicht zurücknehmen wolle. Was er, wenn er wolle, wohl möglich machen könne. Aber das, sagte er, würde er nie tun, es sei auch unmöglich. Ich aber wurde immer dringender und suchte ihn zu erweichen, denn ich merkte an ihm doch noch ein menschliches Gefühl.

   Er wurde zuletzt ganz weich und bekannte, dass es ihm gereue, was er getan hatte. Aber, sagte er, „warum bist du nicht schon eher mal gekommen, oder ein anderer, und hättet mit mir so ernstlich gesprochen? Aber nein, der Bergen war zu schlecht. Ihr wisst aber nicht meine inneren Kämpfe. Ich bin lange nicht mit mir zufrieden gewesen, manche Nacht habe ich meine Kissen mit Tränen genetzt. Ich kam mit mir selbst allein nicht fertig, darum ist es mit mir soweit gekommen, wie es jetzt ist“.

   Ich musste meine Unterlassung ihm gegenüber gestehen. Ich drang aber weiter in ihm. Wenn er jetzt sein Unrecht einsehe, dann solle er jetzt seine Klage rückgängig machen. Das, sagte er, sei unmöglich. Das könnte schlimmere Folgen haben. Das musste jetzt schon seinen Gang gehen. Aber er habe noch eine ganze Reihe auf der Liste, die würde er aber schon nicht einreichen. Er wolle sich auch in Zukunft nicht einmischen.

  Der Schreiber von den ersten sechs kam nach zwei Tagen frei, zwei andere dann auch nach etlicher Zeit. Görtzen aber und die anderen zwei Männer wurden, nachdem sie längere Zeit in Slawgorod gesessen hatten, nach dem hohen Norden verbannt. Er selbst, Bergen, aber entging dem Schicksal auch nicht. Er wurde nach etwa zwei Jahren, als wir schon weg waren, auch nach dem Norden verbannt.

Klappt jetzt die Auswanderung?

   Ich bin mit meiner ganzen große Familie ausgewandert, lebe hier in Brasilien in Ruhe und Frieden. Er wurde nach der Insel Solowki, im hohen Norden verbannt. An Görtzen und auch an Bergen hat sich das Sprichwort erfüllt. Wer andern eine Grube gräbt, fällt selber hinein.

   Die Sache wurde aber immer ernster, manche wurden wieder unruhig, liquidierten alles und fuhren nach Moskau, um von dort aus wegen Ausreise und Pässe zu wirken. Wir hätten wohl auch losgemacht, konnten aber wegen Familienverhältnisse nicht im Winter bei der größten Kälte, die beschwerliche Reise wagen, denn am 17. Februar 1929 wurden unsere Zwillinge Franz und Willi geboren. Daher mussten wir unser Vorhaben aufschieben auf unbestimmte Zeit. Ich verkleinerte den Viehbestand bedeutend, ich hatte schon keinen Knecht mehr, und machte im Frühjahr schon nur 20 Hektar Aussaat, aber es half schon nichts mehr. Ich war gezeichnet.

Die persönliche Verfolgung beginnt

   Nach der Saatzeit wurde mir nochmal eine Naturalsteuer aufgelegt von 200 Pud Weizen, welche ich im Verlauf von drei Tagen auszufüllen hatte, andernfalls würde es in Geld umgerechnet und verdreifacht, welches dann wieder in drei Tagen auszufüllen war. Wenn nicht, dann wurde das Vermögen weggenommen und verkauft werden, bis die Summe bezahlt war.

    Ich hätte die Naturalsteuer noch ausfüllen können, sah darin aber nur großen Schaden für uns, und brachte nur einen ganz kleinen Teil davon nach dem Riek. Das Übrige wurde verdreifacht und wurde in drei Tagen an Geld verlangt. Ich hätte auch das Geld zahlen können (etwas über 500 Rubel), aber ich wusste, damit würden sie nur gereizt, mehr zu verlangen.

   Es war eben auf unser Ruin abgesehen. Nach drei Tagen musste ich außer ein Pferd und eine Kuh nach dem Riek bringen, auch die wirtschaftlichen Maschinen, Wagen, Draschke, welches dann im Verlauf von einer Woche dort durch Versteigerung spottbillig verkauft wurde, und nicht ganz die erforderliche Summe deckte. Wir sahen immer deutlicher das Unglück auf uns zukommen. Somit wurde der Fluchtplan immer ernster.

   Ich hatte auch nach der Saatzeit noch 60 Pud Weizen in kleinen Zwischenräumen nach der Mühle gefahren in zwei Teile, als ich aber das Mehl holen wollte, wurde ich dort gefragt, ob ich nicht wusste, dass ich stimmlos sei. Ja, das wusste ich. Na, dann habe ich auch nichts zu verlangen, und ich musste ohne Mehl nach Hause fahren.

Vorbereitungen für die flucht

    Als wir dann nach kurzer Zeit uns rüsteten zur Flucht nach Moskau, und backen wollten für die Reise, dann hatten wir kein eigenes Mehl und mussten uns heimlich Mehl kaufen, denn öffentlich war uns auch das Kaufen verboten.

   Als wir nun eines Tages von unserem gewesenen Knecht, der damals Vorsitzender im Dorfrat war, und uns zugetan war, geraten wurde, so schnell wie möglich zu fliehen, denn meine Verhaftung könne in nächster Zeit geschehen. Da gab‘s kein Zögern und Zweifeln mehr. Und die nötigen Papiere, die ich brauchte hatte ich mich schon bemüht und hatte die meisten auch bereit. Das letzte Fehlende versprach er, mir noch rechtzeitig zu besorgen.

   Die Erlaubnis zum Ausruf hatte ich auch schon vom Riek, die Zettel zum Ausruf wurden ausgefahren, den 21. August sollte der Ausruf sein. Den 22. August, vor Morgengrauen, wollten wir dann abfahren. Als ich dann die Zettel rundfuhr und auf die Dörfer abgab, bis nach Uglovoj (Tiege), kam ich, wo alle meine Schwager wohnten, und sie sahen, wie weit es mit unserer Flucht war.

   Sie hatten es immer nicht glauben wollen, dass wir ernst machen. Jetzt versuchten sie mit aller Gewalt, mich umzustimmen. Die Wirtschaft mit 20 Hektar Ernte schon gemäht, fertig zum Dreschen, stehen und liegen lassen. Ich sollte, wenn wir schon weg wollten doch noch erst die Ernte einbringen und verkaufen. Ich mache mir doch einen großen Schaden, meinten sie.

(Fortsetzung folgt)

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